Um relatório dos EUA, criticado por Edson Fachin, alega que decisões de Alexandre de Moraes impuseram uma 'censura global' com remoções de conteúdo internacional.
O comitê aponta que plataformas digitais foram forçadas a obedecer a ordens judiciais brasileiras, com sanções aplicadas a quem resistisse.
Fachin responde que o relatório distorce o sistema jurídico brasileiro, defendendo a liberdade de expressão, mas ressaltando que ela não é absoluta.