Eduardo Bolsonaro foi condenado a 4 anos e 2 meses de prisão por coação no curso do processo relacionado à tentativa de golpe de Estado.
A Primeira Turma do STF também decretou sua inelegibilidade por 8 anos e perda do mandato, embora já tenha sido cassado.
A decisão gerou debates sobre a linha entre liberdade de expressão e interferência na Justiça, com especialistas divergindo sobre a interpretação da atuação de Eduardo nos Estados Unidos.
O ministro Alexandre de Moraes deu 24 horas para Jair Bolsonaro explicar a apreensão de uma arma registrada em seu nome.
A arma foi encontrada em um veículo de segurança do ex-presidente durante uma abordagem da Polícia Militar do DF.
Moraes questiona a manutenção da pistola em casa durante o regime domiciliar de Bolsonaro e a adequação da revista dos carros que saem de sua residência.
A família de Daniel Vorcaro está avaliando contratar o advogado criminalista Daniel Bialski para assumir sua defesa após a saída de José Luis Oliveira Lima.
Bialski é considerado uma opção viável devido à sua proximidade com o relator do caso no STF, ministro André Mendonça, que não recebe mais o antigo advogado.
A defesa de Vorcaro havia tentado um acordo de delação premiada que foi rejeitado pela PF, e agora busca reverter o processo por meio de arguições sobre nulidades processuais.
O ministro André Mendonça do STF autorizou a volta de Daniel Vorcaro para uma cela especial na PF, após reclamações sobre as condições da cela comum onde estava.
A relação entre Vorcaro e seu advogado deteriorou-se, levando à dispensa de José Luis Oliveira Lima, o Juca, o que abriu caminho para a nova mudança de cela.
O processo de delação de Vorcaro está parado, e a expectativa é que ele contrate uma nova equipe de defesa para apresentar provas mais substanciais em sua delação.
A Polícia Federal iniciou a 7ª fase da Operação Compliance Zero em Rondônia para investigar um vazamento de informações sigilosas relacionadas à apuração.
Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares que incluem a suspensão de um policial federal suspeito de envolvimento.
O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou as diligências, destacando que a investigação é direcionada a um servidor público e não à atuação de jornalistas ou veículos de imprensa.
O PT depende do sorteio de um relator no STF para contestar a Lei da Dosimetria, aprovada pelo Congresso.
O partido questiona a derrubada de parte do veto de Lula e a votação fatiada no Senado, que permitiu manter trechos da lei.
O ambiente no STF é delicado, com resistência a novos confrontos com o Congresso e a possibilidade de modulação dos efeitos da norma se a ação for aceita.