As convenções partidárias, que ocorrem de 20 de julho a 5 de agosto, são cruciais para a definição das coligações e candidatos das eleições de 2026.
Durante este período, partidos políticos homologam seus representantes e formalizam alianças, um passo necessário para que pré-candidatos sejam considerados oficialmente candidatos.
O registro das candidaturas deve ser concluído até 15 de agosto, um dia antes do início da propaganda eleitoral, marcada para 16 de agosto.
A disputa presidencial no Peru entre Roberto Sánchez e Keiko Fujimori está acirrada, com uma diferença de menos de 1 ponto percentual, segundo os dados oficiais apurados.
Com 98% das urnas apuradas, Sánchez tem 50,19% e Keiko 49,80% dos votos válidos, enquanto no exterior, a apuração está em 96,3% com 50,12% para Sánchez.
A apuração ainda está em andamento em algumas regiões, e a divulgação do resultado final pode levar dias, já que 2,37% dos votos permanecem pendentes de apuração.
A pesquisa do Instituto Gerp indica que Flávio Bolsonaro venceria Lula em um segundo turno nas eleições de 2026, com 50% das intenções de voto contra 43% do presidente.
O levantamento também simulou outros cenários, onde Lula aparece à frente de Ciro Gomes, Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Pablo Marçal.
No primeiro turno, Flávio Bolsonaro se destaca com 36% contra 34% de Lula, o que demonstra um cenário de forte competitividade entre os candidatos.
Gilberto Kassab, presidente do PSD, expressou que não acredita que Lula e Flávio Bolsonaro consigam vencer a eleição devido à sua alta rejeição, que ultrapassa 40%.
Kassab destacou que outros pré-candidatos tendem a ganhar visibilidade e apoio durante a campanha, potencialmente alterando a dinâmica eleitoral.
Com base em pesquisa Nexus/BTG, Lula e Flávio estão à frente, mas enfrentam desafios significativos em um cenário onde 48% do eleitorado os rejeitam.