A Justiça determinou um prazo de 48 horas para que a influenciadora Virgínia Fonseca apague anúncios de apostas de suas redes sociais devido a um pedido do Ministério Público do Distrito Federal.
A decisão proíbe a divulgação de conteúdo publicitário sem identificação clara e exige que Virgínia não promova anúncios que garantam lucros.
Em caso de descumprimento, haverá um pedido de indenização de R$ 380 milhões contra Virgínia e a plataforma Blaze, indicada como responsável pela publicidade.
A Prefeitura do Rio de Janeiro proibiu a publicidade de plataformas de apostas em espaços públicos e eventos, como carnaval e réveillon.
O decreto, assinado pelo prefeito Eduardo Cavaliere, abrange a veiculação de marcas, slogans e elementos relacionados às apostas, com fiscalização pela Coordenadoria de Licenciamento e Fiscalização.
Infratores poderão enfrentar multas e devem remover publicidades já instaladas, visando proteger a saúde mental da população.
O Governo Federal, após denúncias à CazéTV, impõe novas regras sobre publicidade de apostas esportivas no Brasil.
Serão restritas as ações de comentaristas e especialistas, que não poderão incentivar apostas durante transmissões.
Advertências obrigatórias sobre os riscos de apostas devem acompanhar as campanhas publicitárias, além de sanções rigorosas para quem desrespeitar as novas normas.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou novas regras para a publicidade das apostas esportivas no Brasil.
As empresas de apostas devem exibir alertas obrigatórios sobre os riscos associados às apostas, incluindo mensagens como 'apostar faz você perder dinheiro'.
As regras, que entram em vigor em 17 de julho, proíbem estratégias de marketing que incentivem apostas de risco ou usem comentaristas para induzir apostadores.
Especialistas recomendam estratégias para educar crianças e adolescentes sobre os riscos das apostas online durante a Copa do Mundo.
O Ministério da Justiça está monitorando a publicidade de casas de apostas nas transmissões esportivas devido ao aumento de anúncios.
Brasil pode aprender com exemplos de outros países, como Austrália, Reino Unido e Noruega, que implementaram medidas rigorosas para coibir a dependência de jogos.
A CazéTV está sendo investigada pela Senacon por possíveis irregularidades em publicidade de apostas esportivas durante a transmissão da Copa do Mundo.
A Secretaria Nacional do Consumidor avalia se as propagandas respeitam as normas de publicidade responsável, especialmente no que diz respeito ao incentivo a apostas impulsivas.
Em resposta às críticas, a CazéTV anunciou que adotará um formato mais conservador e tradicional para a publicidade de apostas esportivas.