Testemunhas relatam que o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto agredia a filha da soldado Gisele Alves Santana.
A relação entre ele e a família da esposa era conturbada, levando-o a evitar contato com os pais de Gisele após sua morte.
Gisele foi encontrada morta em seu apartamento com sinais de violência, e o caso evoluiu para inquérito de feminicídio após a reavaliação da cena do crime.
A policial militar Gisele Alves Santana foi agredida pelo tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto dentro de um batalhão da Polícia Militar, em um ato de violência durante o expediente.
Relatos de testemunhas indicam que o comportamento abusivo e as agressões não eram isolados, sugerindo um padrão de controle e ciúmes na relação entre os dois.
Após a morte de Gisele, a Polícia Militar iniciou um processo para expulsar o tenente-coronel da corporação, mesmo antes de uma condenação legal.
Um desembargador foi flagrado em imagens de câmeras corporais ao orientar um coronel da PM na cena do crime que resultou na morte da soldado Gisele Alves Santana.
O desembargador, Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, afirmou que estava presente como amigo do coronel, que agora enfrenta acusações de feminicídio e fraude processual.
Apesar de tentar evitar a entrada no apartamento, o coronel insistiu em adentrar o local, o que levanta questões sobre a manipulação de provas na investigação.
O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de feminicídio, insiste que a morte de sua esposa, a soldado Gisele Alves Santana, foi um suicídio.
Durante audiência de custódia, ele afirmou que a arma utilizada no incidente foi apreendida e que não houve abuso por parte da polícia.
Apesar dos argumentos da defesa para relaxar a prisão, o juiz negou o pedido, mantendo o tenente-coronel preso enquanto continuam as investigações sobre o caso.
O tenente-coronel Geraldo Neto estabeleceu um conjunto de 'regras de casados' que sua esposa, Gisele Alves Santana, deveria seguir, incluindo proibições sobre sua aparência e monitoramento de sua vida profissional.
Gisele, que foi assassinada, tentava se desligar do relacionamento e pediu o divórcio em mensagens trocadas com Geraldo, que se opôs veementemente.
O tenente-coronel foi preso por feminicídio, após um relatório da Polícia Civil revelar seu controle coercitivo e abusos emocionais contra a esposa.