Recentemente, os EUA classificaram o PCC e o CV como organizações terroristas, enquanto o presidente brasileiro, Lula, rechaçou essa definição, argumentando que não aceitam tal classificação.
Lula destacou que o verdadeiro terrorismo ocorreu no 8 de janeiro, referindo-se a tentativas de golpe, e argumentou que as facções criminosas brasileiras buscam lucro, não desestabilização do governo.
A disputa sobre a definição de terrorismo entre Brasil e EUA ocorre devido a critérios diferentes, com os EUA considerando ameaças à segurança nacional e o Brasil focando na motivação ideológica.
A polícia migratória dos EUA prendeu Felipe Linares De Oliveira Dell Aquilla, conhecido como 'Don', ex-chefe do PCC e CV, que tinha uma ordem de captura da Interpol.
Durante a fuga para o México, Don manteve sua esposa como refém e acabou se envolvendo em um acidente que levou à sua captura.
Na prisão, foram encontrados com ele dinheiro, uma arma e celulares, enquanto os EUA designaram as facções PCC e CV como organizações terroristas, apesar da recusa do Brasil em classificar da mesma forma.
53% dos brasileiros consideram a classificação de PCC e CV como 'terroristas' uma medida positiva para o país.
33% avaliam a decisão como 'ruim' e 14% não souberam opinar.
A decisão dos EUA foi anunciada após reunião do senador Flávio Bolsonaro com Donald Trump, refletindo a relação entre segurança pública e eleições de 2026.
O governo Lula enfrenta dificuldades para aprovar a PEC da Segurança Pública no Senado, após os EUA classificarem PCC e CV como organizações terroristas.
A pressão para aprovação da PEC aumenta, pois ela pode levar à criação do Ministério da Segurança Pública, em um cenário de calendário apertado e tensão política.
O presidente Lula apela ao Senado para agilizar a votação da PEC, ressaltando sua importância para combater o crime organizado e melhorar a segurança no país.