Pam Bondi teve o mandato como procuradora-geral dos EUA mais curto dos últimos 60 anos, atraindo críticas por sua tentativa de satisfazer Donald Trump.
Ela piorou sua situação ao errar na comunicação sobre os arquivos de Epstein, prometendo informações que não puderam ser confirmadas.
Além disso, sua administração enfrentou dificuldades em seguir as ordens de Trump para investigar inimigos políticos, resultando em acusações frágeis e processos malsucedidos.
O Irã anunciou a intenção de realizar ataques devastadores contra os EUA e Israel após declarações provocativas do presidente Donald Trump.
Trump afirmou que intensificará bombardeios até que o Irã volte à Idade da Pedra, gerando preocupações sobre a escalada do conflito no Oriente Médio.
Apesar das perdas significativas, o Irã reafirmou sua determinação em continuar a guerra e já lançou projéteis contra Israel, enquanto a situação afeta também a economia global.
Donald Trump declarou que considera tomar o controle do petróleo do Irã, mencionando a possibilidade de capturar a Ilha de Kharg, crucial para a exportação do país.
O presidente dos EUA criticou aqueles que se opõem a essa ideia e afirmou que a indústria petrolífera iraniana poderia ser controlada por tempo indeterminado, citando precedentes como a Venezuela.
Trump também sugeriu que o atual líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, pode estar morto ou gravemente ferido, enquanto as tensões na região aumentam com reforço militar dos EUA.
O diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo, Joe Kent, pediu demissão e aconselhou Trump a reconsiderar a guerra no Irã, afirmando que o país não é uma ameaça iminente.
Kent criticou a influência de Israel e jornalistas americanos na decisão de iniciar o conflito, mencionando a desinformação disseminada que levou o presidente a uma guerra sem justificativas.
Ele expressou sua frustração ao ver a próxima geração sendo enviada a um conflito que não traria benefícios, tornando-se a figura de maior escalão a criticar publicamente a operação militar dos EUA e Israel.
Donald Trump advertiu que a Otan enfrentará um futuro muito ruim se os aliados dos EUA não ajudarem a garantir a segurança do Estreito de Ormuz.
O presidente enfatizou que países que se beneficiam da rota marítima devem contribuir para sua proteção e mencionou a necessidade de assistência, incluindo navios de caça-minas.
Trump expressou sua frustração com o Reino Unido por não fornecer apoio imediato, ressaltando a importância de ações antes que a ameaça iraniana seja neutralizada.