- Gilmar Mendes, do STF, decidiu que o reajuste do Bolsa Família não fere as regras eleitorais, considerando-o uma mera correção monetária.
- O aumento, de 15,04%, elevará o valor do benefício de R$ 600 para R$ 691 a partir de outubro, custando R$ 5,8 bilhões em 2026.
- A AGU solicitou a constitucionalidade do decreto, justificando que a atualização é baseada na variação do INPC, evitando qualquer ganho real para os beneficiários.