O Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, defende a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, ressaltando seu caráter humanitário.
Gonet sugere restrições adicionais, como veto a contatos que possam influenciar as eleições, em razão da recente divulgação de uma carta do ex-presidente.
A decisão sobre a manutenção ou revogação da prisão domiciliar agora cabe ao ministro Alexandre de Moraes, após a manifestação da PGR.
A PGR rejeitou a segunda proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, por falta de provas robustas e compromissos em reaver valores relacionados a fraudes.
O procurador-geral, Paulo Gonet, seguiu a avaliação da Polícia Federal, que também havia rejeitado a delação anterior, considerando que Vorcaro apresentava apenas relatos de “ouvir dizer”.
O rombo ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) é superior a R$ 50 bilhões, e a PGR decidiu que a transferência de Vorcaro para um presídio comum depende do relator do inquérito no STF.
O ministro Alexandre de Moraes liberou a ação contra Eduardo Bolsonaro, que é acusado de coação no curso do processo por sua atuação nos EUA.
A Procuradoria-Geral da República pede a condenação do ex-deputado, alegando que ele teria pressionado ministros do STF e articulado sanções internacionais.
A defesa argumenta que Moraes não pode julgar o caso por ser uma das supostas vítimas, categorically chamando a ação de arbitrariedade.
A PGR respondeu críticas do ministro André Mendonça, afirmando não atuar de forma imponderada em casos criminais.
Gonet, procurador-geral, ressaltou que não houve indícios de perigo iminente que justificassem medidas cautelares contra o fundador do Banco Master.
Mendonça indicou que existem indícios robustos de crimes contra a integridade de cidadãos e citou problemas de acesso indevido a informações sigilosas.