Notícias em 1 parágrafo!

Audiência pública no STF discute responsabilização de parlamentares por emendas

  • O ministro Flávio Dino convocou uma audiência pública no STF para discutir a responsabilização de parlamentares por emendas, programada para 22 de setembro.
  • O encontro abordará a definição de deveres de acompanhamento e fiscalização dos recursos por parte dos congressistas, além da equiparação deles aos ordenadores de despesas.
  • A audiência também avaliará a necessidade de critérios objetivos para o repasse de emendas a entidades privadas e permitirá a participação de entidades e especialistas até 15 de setembro.

STF barra emendas de presidentes de partidos e define prazos para manifestações

  • O ministro Flávio Dino do STF considerou juridicamente inidôneos atos de indicação de emendas parlamentares por presidentes de partidos.
  • A Câmara e o Senado foram comunicados para garantir ampla ciência da decisão e responsabilização em caso de descumprimento.
  • Os partidos têm cinco dias úteis para se manifestar sobre a participação na distribuição de emendas, sob pena de multa diária.

Mãe luta contra empresas de apostas após morte do filho em tragédia ligada ao vício

  • Vânia de Souza Borges busca responsabilizar empresas de apostas e influenciadores pela morte do filho Rafael, que se tornou viciado em apostas online e perdeu tudo, incluindo bens e emprego.
  • Após a morte de Rafael, a investigação do caso foi arquivada pelo Ministério Público de Minas Gerais, deixando a família frustrada e sem respostas.
  • O caso levou a deputada Dandara a solicitar investigações acerca de práticas enganosas nas plataformas de apostas, enfatizando a necessidade de responsabilização das empresas envolvidas.

STF aprova nova regulamentação para responsabilização de plataformas digitais

  • O STF definiu que plataformas digitais devem ser responsabilizadas por conteúdos de terceiros, ampliando as obrigações das big techs.
  • As empresas terão 60 dias para implementar mudanças, que incluem a necessidade de ter representação no Brasil e adotar mecanismos de autorregulação.
  • A Corte declarou que plataformas podem ser responsabilizadas por danos de publicações ilícitas, a menos que provem 'dúvida razoável' sobre a legalidade do conteúdo.