O ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, foi solto pelo ministro Alexandre de Moraes após ser preso com um fuzil em seu veículo durante uma operação da Polícia Federal.
Mesmo em liberdade, Canella, que é pré-candidato ao Senado, terá que cumprir medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica e a entrega de seu passaporte.
A operação Unha e Carne, na qual foi preso, investiga uma organização criminosa envolvida na lavagem de R$ 7,6 bilhões em relação a postos de combustíveis na região metropolitana do Rio de Janeiro.
Daniel Vorcaro, ex-banqueiro e dono do Banco Master, requisitou informações sobre o CEO do Itaú, Milton Maluhy, ao publicitário Thiago Miranda, alvo de investigação da PF.
A investigação revela que Miranda e Vorcaro planejavam vazar informações pessoais de Maluhy e utilizar influenciadores para atacar autoridades do Banco Central.
O STF autorizou a operação, afirmando que os diálogos mostram indícios de organização criminosa e a circulação de dados sensíveis sobre o CEO do Itaú.
Justiça mantém prisão de Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo, após audiência de custódia; ele foi preso por posse ilegal de um fuzil encontrado em seu veículo.
Canella, que nega a propriedade da arma, será transferido para Bangu 8, enquanto a Operação Unha e Carne investiga relações de agentes públicos com crimes e lavagem de dinheiro.
A prisão compromete sua candidatura ao Senado, com apoio de Flávio Bolsonaro, levantando a possibilidade de substituição em sua chapa devido à insustentabilidade política.
O inspetor da Polícia Civil, Pablo Jukiá Felix Ferreira, teve materiais de luxo e grandes quantias em dinheiro apreendidos pela Polícia Federal na Operação Unha e Carne.
Ele é investigado por lavagem de dinheiro através de postos de gasolina que eram registrados em nomes de laranjas.
Entre os outros envolvidos estão o ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, e o ex-secretário de Polícia Civil, Marcus Amim.
A Polícia Federal deflagrou a Operação Exchange para desarticular uma rede criminosa de lavagem de dinheiro do PCC, resultando em sete prisões, incluindo a secretária Stella Stefanie.
Victor Henrique de Oliveira Shimada, outro alvo das sanções dos EUA, está foragido e é suspeito de desempenhar um papel crucial nas operações de lavagem de dinheiro.
A Justiça bloqueou bens e criptoativos dos investigados, que podem ser responsabilizados por associação criminosa e lavagem de dinheiro, com um montante total de até R$ 10,4 bilhões.
A Polícia Civil do Rio realiza operação no Morro Dona Marta visando prender 44 integrantes do Comando Vermelho, resultando em intenso tiroteio e explosões.
Um passageiro de ônibus foi baleado enquanto turistas e moradores experimentaram pânico devido à violência.
O delegado Paulo Saback explica que a reação dos criminosos demonstra a importância estratégica da comunidade para o tráfico de drogas.
O deputado estadual Val Ceasa e o ex-vereador Ulisses Marins foram alvos de buscas em uma operação que investiga ligações com a facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP).
A operação resultou na apreensão de R$ 166 mil na casa de Val Ceasa e cumpriu 14 mandados em diversos endereços, incluindo a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
Os investigados são acusados de tentar impedir a demolição de um resort de luxo pertencente a Peixão, chefão do TCP.
Raquel Neves dos Santos Mendonça, companheira de Antônio Ilário Ferreira, conhecido como 'Rabicó' do Comando Vermelho, foi presa durante a Operação Contenção no Rio de Janeiro.
A operação resultou na detenção de 20 pessoas e ocorreu em várias cidades, incluindo São Gonçalo e Duque de Caxias, além de outras em São Paulo e Minas Gerais.
As investigações revelaram que Rabicó era o principal responsável pela lavagem de dinheiro, utilizando empresas de reciclagem e técnicas complexas para ocultar os valores provenientes do tráfico.