Renata Almeida Magalhães, presidente da Academia Brasileira de Cinema, defendeu a lisura da votação do Prêmio Grande Otelo, afirmando que a auditoria da PwC garante a transparência do processo.
Ela negou qualquer resistência ao filme 'O agente secreto', ressaltando que sua escolha para o Oscar foi influenciada pelo suporte da distribuidora Neon.
Almeida também comentou sobre a predominância de membros do Sudeste na Academia e convidou novos profissionais a se associarem para diversificar a instituição.