O Ministro Flávio Dino do STF determina à PF a ampliação das investigações sobre a execução de emendas parlamentares após novos indícios de irregularidades.
Relatórios da CGU revelam direcionamento de licitações, superfaturamento e falta de transparência na execução dos recursos em 15 municípios auditados.
A decisão critica práticas anômalas relacionadas à destinação de verbas parlamentares e integra o acompanhamento do STF para melhorar o controle sobre essas emendas.
O governo do Rio identificou funcionários fantasmas em todos os 77 órgãos públicos, ligados a políticos da Alerj e gestões anteriores.
Desde março, mais de 4.283 comissionados foram exonerados, resultando em uma economia de R$ 230 milhões até o fim do ano.
As investigações continuam com auditorias em curso e exonerações em massa, enquanto o governo implementa medidas para evitar fraudes nos registros de presença e atividades.
O Ministério Público de São Paulo denunciou Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, por crimes ligados à retirada de materiais esportivos do clube.
A acusação surgiu de uma auditoria que apurou irregularidades na gestão de estoque e na distribuição de produtos fornecidos pela Nike.
A denúncia pede ação penal contra Mendonça e inclui medidas cautelares, como o afastamento do cargo durante a investigação.
O Ministério Público de São Paulo decide dar continuidade à investigação sobre o furto de materiais da Nike destinados ao Corinthians, apesar do relatório final da Polícia Civil não apontar suspeitos.
Novas diligências estão sendo realizadas, incluindo novos depoimentos de funcionários e análise de documentos internos do clube que foram anexados tardiamente ao inquérito.
A auditoria interna revelou falhas na gestão de materiais, mas não confirmou desvios patrimoniais, mantendo o caso em aberto enquanto o MP busca esclarecimentos adicionais.
A Corregedoria Nacional de Justiça anulou penduricalhos salariais e proibiu pagamentos acima do teto do funcionalismo em tribunais de justiça do Paraná, Mato Grosso do Sul e Goiás.
As determinações incluem auditorias nas folhas de pagamento e a análise de benefícios extras considerados irregulares.
O Corregedor Mauro Campbell destacou que atos normativos prevendo tais pagamentos geram insegurança jurídica e devem ser revistos.