Deltan Dallagnol, candidato ao Senado pelo Paraná, anexou sigilos fiscais e bancários do ministro Cristiano Zanin em seu registro de candidatura.
A defesa de Dallagnol alegou que os dados foram usados para responder a impugnações e que não houve intenção de expor informações sigilosas do ministro.
O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná reconheceu a necessidade de atribuir sigilo a documentos do processo, que acumulam mais de 5 mil páginas.
O TSE, sob decisão da ministra Estela Aranha, mandou suspender a propaganda eleitoral de Lula criticando Flávio Bolsonaro.
A propaganda, intitulada 'Conheça o currículo de Flávio Bolsonaro', foi considerada excessiva e tendenciosa, insinuando ligações de Flávio com organizações criminosas.
A ministra destacou que a divulgação de informações imprecisas poderia induzir o eleitor ao erro, e determinou que a suspensão vigore até o julgamento do caso.
A coligação Brasil Pronto Pra Mais pediu à Justiça Eleitoral a inelegibilidade de Flávio Bolsonaro por até 8 anos.
Alega que o senador abusou do poder econômico durante a Festa do Peão de Barretos, utilizando estrutura privada e pública para promover sua candidatura.
Os advogados da coligação argumentam que o evento foi um ato político organizado, caracterizando-se como um 'showmício'.
O ministro Dias Toffoli retirou de pauta o registro da candidatura de Renan Santos à Presidência da República devido a indícios de ilicitudes nos perfis de redes sociais.
Renan Santos e seu vice, Aroldo Medina, apresentaram 18 perfis adicionais após enviar o registro ao TSE, o que pode configurar irregularidade conforme a Lei das Eleições.
O julgamento dos registros de outros candidatos, como Lula, Flávio Bolsonaro e Romeu Zema, seguirá conforme o cronograma definido pelo TSE.
O candidato à Presidência pelo PRTB, Pablo Marçal, apresentou uma nova declaração de bens no valor de R$ 149,9 milhões, corrigindo um erro anterior de R$ 7,4 bilhões.
A maior discrepância foi na aplicação de renda fixa, que caiu de mais de R$ 6,7 bilhões para apenas R$ 6,7 milhões.
Marçal, que está inelegível até 2032, terá seu registro de candidatura julgado pelo Tribunal Superior Eleitoral em breve.
O empresário e influenciador Pablo Marçal foi lançado como candidato à Presidência pelo PRTB, apesar de estar inelegível até 2032.
Sua candidatura foi viabilizada por uma liminar da Justiça Eleitoral que permitiu sua filiação ao PRTB, mas o registro ainda precisa ser analisado pelo TSE.
Marçal teve sua inelegibilidade decretada após condenação em 2024 por uso indevido de meios de comunicação durante a campanha para a Prefeitura de São Paulo.