O Flamengo retomou a estratégia de contratações de scout com os reforços Anthony Valencia e Joaquín Freitas, buscando atletas promissores e menos conhecidos.
O técnico Leonardo Jardim pediu perfis específicos e jovens, priorizando jogadores com até 25 anos para rejuvenescer o elenco e potencializar vendas futuras.
As negociações apresentaram divergências de valores entre os clubes, com o Flamengo adquirindo 80% dos direitos de Freitas por cerca de 7 milhões de dólares, enquanto o River Plate afirma que o valor é 15 milhões.
Pedrinho, presidente do Vasco, defendeu a política de contratações do clube durante a recuperação judicial, criticando o presidente do Flamengo, Bap.
Ele chamou Bap de 'mau-caráter' e 'hipócrita' por sua postura em relação às contratações do Vasco, alegando que há uma perseguição institucional contra o clube.
Pedrinho reforçou que a recuperação judicial não impede as contratações, desde que os compromissos com os credores sejam respeitados.
O River Plate se torna uma potência financeira na América do Sul após vencer a concorrência pelo jogador Thiago Almada, com um faturamento anual superior a R$ 1 bilhão.
O clube investiu US$ 68,45 milhões em nove reforços e conseguiu um superávit de R$ 196 milhões, destacando-se pela exploração comercial de seu estádio, o Monumental de Núñez.
A força do programa de sócio-torcedor com 352 mil associados e a ampliação do estádio, que agora pode receber 101 mil torcedores, contribuem para seu sucesso financeiro.
O Flamengo encerrou o primeiro semestre de 2026 com um déficit de R$ 33,8 milhões, apesar de um superávit de R$ 30,1 milhões no segundo trimestre.
O clube registrou crescimento de 9,5% na receita total, alcançando R$ 839 milhões, impulsionado por um recorde em investimentos em contratações, especialmente a de Lucas Paquetá.
O endividamento operacional líquido caiu para R$ 280,2 milhões, com o Flamengo afirmando estar em uma situação financeira confortável.