A polilaminina é uma molécula promissora desenvolvida por Tatiana Sampaio, que pode revolucionar o tratamento de lesões medulares, apresentando resultados iniciais promissores.
Após a autorização da Anvisa, os testes clínicos estão em fase 1, mas especialistas alertam para a necessidade de cautela em relação à eficácia indicada por estudos preliminares.
Apesar de alguns casos de sucesso, preocupações surgiram após a morte de três pacientes onde não foi comprovada relação direta com a substância, destacando a vulnerabilidade desses pacientes.