Um estudo da Purdue University sugere que a poeira gerada pelo impacto de um asteroide há 66 milhões de anos foi crucial para a extinção de cerca de 75% das espécies, incluindo os dinossauros.
As partículas na atmosfera impediram a dissipação do calor, causando um superaquecimento global e incêndios florestais em grande escala.
Organismos que conseguiram se proteger, como aqueles que viviam no subsolo ou debaixo d'água, foram os únicos a sobreviver em um ambiente extremamente hostil.
Um novo estudo da Purdue University revela que a extinção dos dinossauros foi causada por incêndios florestais resultantes da queda de um asteroide em Chicxulub, no México, há 66 milhões de anos.
A colisão gerou uma nuvem de vapor e poeira fina que potencializou a radiação térmica, intensificando o calor na superfície da Terra e incendiando os organismos vivos.
Os pesquisadores contestam a ideia de que o resfriamento pós-impacto foi a causa da extinção, confirmando que o calor extremo do incêndio foi o fator determinante para a morte dos dinossauros.
Um novo estudo sugere que os braços pequenos do T. rex e outros dinossauros bípedes podem ter sido resultado de adaptação evolutiva.
Essa redução dos membros anteriores estaria mais relacionada ao desenvolvimento de crânios grandes e poderosas mandíbulas do que ao aumento geral do tamanho corporal.
O estudo analisou 82 espécies de terópodes e descobriu que, com o tempo, os braços menos úteis foram diminuindo devido à substituição das garras pela cabeça como método de ataque.
Cientistas descobriram um novo dinossauro chamado Nagatitan chaiyaphumensis na Tailândia, com mais de 27 metros de comprimento e pesando cerca de 27 toneladas.
Este herbívoro é considerado o maior dinossauro já identificado no sudeste asiático e viveu há entre 100 e 120 milhões de anos.
O nome da espécie homenageia uma serpente do folclore asiático e a província onde os fósseis foram encontrados, destacando suas características únicas em comparação a outros saurópodes.
Cientistas identificaram uma nova espécie de dinossauro gigante na Tailândia, chamada 'Nagatitan chaiyaphumensis'.
Com 27 metros de comprimento e 27 toneladas, este herbívoro é considerado o maior dinossauro do sudeste asiático.
Os fósseis foram encontrados por moradores locais e a escavação foi concluída em 2024, sendo classificado como uma nova espécie devido a suas características únicas.
Polvos da Era dos Dinossauros podiam atingir até 19 metros de comprimento, superando predadores como o Mosasaurus.
A descoberta, publicada na revista Science, baseia-se na análise de mandíbulas fósseis e técnicas de mineração digital de fósseis.
Pesquisadores destacam a necessidade de cautela em afirmar que esses invertebrados foram os maiores da história, devido à margem de erro nas estimativas.
Um novo dinossauro do tamanho de uma galinha foi descoberto na Patagônia, mudando as percepções sobre os alvarezsaurus.
O Alnashetri cerropoliciensis é o espécime mais completo e pequeno já encontrado na América do Sul, medindo cerca de 70 centímetros.
A pesquisa revela que esses dinossauros podem ter sido pequenos não necessariamente devido à especialização em dietas insetívoras, como se pensava anteriormente.
Um novo fóssil de dinossauro, Alnashetri cerropoliciensis, foi encontrado na Patagônia argentina, mudando a compreensão sobre a evolução dos alvarezsaurídeos.
O esqueleto quase completo, datado de 90 milhões de anos, revela características únicas como tamanho reduzido e adaptações alimentares.
Pesquisadores acreditam que a dispersão dessa espécie ocorreu antes da separação dos continentes, desafiando teorias anteriores sobre sua migração.