A empresa brasileira White Solder é acusada de liderar um esquema de lavagem de minério ilegal, movendo R$ 200 milhões entre 2020 e 2025.
O Ministério Público Federal (MPF) solicitou reparação de R$ 1,7 bilhão por danos ambientais e sociais causados pela exploração de cassiterita em terras indígenas.
A investigação revelou a conexão entre grandes corporações globais e a extração ilegal, destacando a falta de rastreabilidade na cadeia de suprimentos.
Tarcísio Filho herdou a Fazenda São Marcos, no Pará, com 100 milhões de m², após a morte de seus pais, Tarcísio Meira e Glória Menezes.
A propriedade destina 50% de sua área para preservação ambiental e abriga moradias e uma escola para os filhos dos colaboradores, um legado social iniciado por seu pai.
Em entrevista, Tarcísio Filho compartilhou suas preocupações e desafios ao assumir os negócios rurais da família, ressaltando a importância da preservação da vegetação nativa.
Tamara Klink, autora do livro best-seller 'Bom Dia, Inverno', pediu que o público não compre mais sua obra, buscando promover a circulação em bibliotecas e entre amigos.
Em um pronunciamento, a velejadora expressou arrependimento por não considerar a importância de editoras e outros pontos de vista na discussão sobre livros.
A declaração gerou polêmica e críticas na indústria literária, reforçando os desafios enfrentados por autores no Brasil.
Tamara Klink, autora do livro 'Bom dia, inverno', se retratou após pedir que as pessoas não comprassem sua obra, reconhecendo que errou ao considerar o impacto da sua fala no mercado editorial.
A autora defendeu que os livros deveriam circular mais por meio de empréstimos e doações, citando preocupações ambientais sobre a produção de novas cópias.
Após críticas, Klink agradeceu ao apoio à leitura e à cadeia literária, ressaltando a importância de editoras, autores e bibliotecas na promoção da literatura.
Lula criticou as tarifas de 25% impostas pelos EUA sobre produtos brasileiros, associando o desmatamento ilegal como uma das justificativas para a medida.
O presidente brasileiro afirmou que deseja enviar a Donald Trump dados que mostram a queda no desmatamento da Amazônia, que, segundo o Inpe, é a menor desde 2016.
Durante um evento do MTST, Lula celebrou a redução do desmatamento e desafiou a narrativa dos EUA, afirmando que as informações que chegaram a Trump estavam incorretas.
O presidente Lula anunciou que enviará gráficos a Donald Trump sobre a queda no desmatamento no Brasil para contestar críticas dos EUA.
Durante apresentação do INPE, Lula destacou a redução de 37,2% nos alertas de desmatamento na Amazônia entre agosto de 2025 e junho de 2026.
Lula também criticou Marco Rubio, secretário de Estado de Trump, chamando-o de 'anti-latino-americano' e rejeitando acusações de falta de boa-fé nas negociações entre os países.