Pesquisadores identificam câncer transmissível em peixes-gato brown bullhead, um fenômeno raro no ecossistema de água doce.
Estudo revela que as células tumorais agem como agentes infecciosos, espalhando-se entre os peixes como um 'parasita contagioso'.
O impacto a longo prazo na população desses peixes e na qualidade da água do Lago Memphremagog ainda é incerto, representando uma nova preocupação ambiental.
A revista Nature publicou um estudo inédito sobre o primeiro câncer transmissível identificado em peixes de água doce, afetando o bagre-marrom.
Pesquisadores da Universidade de Vermont descobriram que o melanoma se dissemina entre os peixes por meio de células cancerígenas, semelhantemente a um parasita.
Apesar das preocupações iniciais sobre riscos à saúde humana, os cientistas afirmam que não há evidências de que o câncer represente perigo para pessoas ou outras espécies.
Pesquisadores da Universidade de Vermont descobriram um câncer contagioso em bagres da espécie Ameiurus nebulosus no lago Memphremagog, entre os EUA e o Canadá.
As células cancerígenas se transferem de um peixe para outro, agindo como um parasita, sendo um fenômeno inédito entre peixes em água doce.
A pesquisa demonstrou que 59% das alterações genéticas nos tumores eram idênticas entre diferentes animais, evidenciando a origem comum do câncer.
Cientistas identificaram o primeiro câncer contagioso entre peixes, especificamente em bagres do lago Memphremagog, que se espalha por células tumorais de um peixe para outro.
O estudo, publicado na revista Nature, revela que os melanomas dos peixes são geneticamente idênticos, sugerindo que eles descendem de um único ancestral.
Essa descoberta, que não representa risco para humanos, pode oferecer insights sobre a evasão imunológica em células tumorais e tem implicações relevantes para a conservação de espécies aquáticas.
Cientistas descobriram que bagres do lago Memphremagog apresentam um câncer contagioso, onde as células tumorais são transmitidas de um peixe para outro, ao invés de surgirem individualmente.
O melanoma, que atinge até um terço da população de bagres da região, tem uma origem comum em um único peixe fundador e não apresenta risco de contágio para humanos.
A pesquisa levanta questões sobre como as células tumorais conseguem escapar do sistema imunológico e destaca a importância de entender esses mecanismos para a oncologia.
O xeroderma pigmentoso é uma doença genética rara que impede a pele de reparar danos causados pela radiação ultravioleta, aumentando o risco de câncer desde a infância.
A influenciadora Káh Felipe, que vivia com a doença, faleceu em decorrência de um câncer de pele, gerando preocupação sobre a condição que afeta muitas pessoas na região de Araras, Goiás.
No Brasil, o maior número de casos conhecidos no mundo está em Goiás, onde a doença é 2.500 vezes mais comum do que na população geral, devido a uma mutação genética que chegou com a colonização europeia.
A influenciadora Káh Felipe, diagnosticada com câncer em decorrência do Xeroderma Pigmentoso, faleceu em Fortaleza após dois meses de internação.
Com mais de 750 mil seguidores, ela utilizava as redes sociais para compartilhar sua rotina e desafios em lidar com a doença rara, que causa sensibilidade extrema à luz UV.
Káh enfrentava metástase e cuidados paliativos, lutando contra dores intensas e complicações de saúde, e deixou um legado de coragem e fé.