O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, afirmou que a urna eletrônica é um patrimônio da democracia brasileira durante a abertura do segundo semestre da Corte.
A Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação foi iniciada para aumentar o conhecimento da sociedade sobre o processo eleitoral e reforçar a transparência e a auditoria do sistema.
O TSE realizou a abertura pública de uma urna eletrônica, desmontando-a ao vivo pela primeira vez, para mostrar seus componentes e funcionamento à população.
Federações de futebol da Inglaterra, Suécia, Sérvia e País de Gales retiram apoio à reeleição de Gianni Infantino como presidente da FIFA.
A decisão foi motivada por descontentamento com a gestão de Infantino, especialmente após a tentativa frustrada de vender uma participação de 21% nas operações da FIFA.
Infantino, que governa a FIFA desde 2016, enfrenta crescente pressão e desconfiança de várias federações após sua proposta de investimento privado ter sido abandonada.
Carlos Cordeiro, assessor sênior do presidente da Fifa, renunciou ao cargo em protesto contra o plano de vender participação nos direitos comerciais da Copa do Mundo.
Ele criticou a falta de transparência sobre a negociação e questionou a necessidade financeira da operação, pois a Fifa possui bilhões em reservas.
Cordeiro enfatizou que a responsabilidade da entidade deve ser proteger o futebol, não aumentar os ganhos comerciais a qualquer custo.
Flávio Bolsonaro criticou as urnas eletrônicas durante encontro com diplomatas, alegando ligações com a empresa venezuelana Smartmatic, afirmação já negada pelo TSE.
O TSE reiterou que as urnas eletrônicas brasileiras não têm relação com a Smartmatic e que todo o desenvolvimento e operação do sistema são de responsabilidade da Justiça Eleitoral.
Flávio pediu ao público presente mais observadores internacionais para as próximas eleições, enfatizando que não questionou a integridade do sistema de votação brasileiro.
O TSE, liderado pelo ministro Kassio Nunes Marques, propõe a criação do Selo Acurácia Eleitoral para premiar empresas que apresentem pesquisas com resultados mais próximos das eleições.
A proposta está aberta a sugestões até 17 de julho e pode não ser aplicada nas eleições de 2026, dependendo de ajustes nas regras.
Durante a reunião, empresas de pesquisa expressaram preocupações sobre a adoção do selo, apontando que isso pode distorcer as finalidades do setor.
O Ministro Flávio Dino do STF determina à PF a ampliação das investigações sobre a execução de emendas parlamentares após novos indícios de irregularidades.
Relatórios da CGU revelam direcionamento de licitações, superfaturamento e falta de transparência na execução dos recursos em 15 municípios auditados.
A decisão critica práticas anômalas relacionadas à destinação de verbas parlamentares e integra o acompanhamento do STF para melhorar o controle sobre essas emendas.
Os partidos PP, União Brasil e PL lideram em emendas na Câmara em 2025, ocultando os autores reais das indicações.
O relatório da Transparência Brasil revela que a maioria dos recursos está concentrada em um ou dois estados, com líderes partidários controlando as indicações sem transparência.
A prática de emendas de liderança, que totalizam R$ 11,7 bilhões, persiste em 2026, com a identificação de possíveis falhas na transparência das atas de reuniões.