A assessoria do senador Cleitinho Azevedo confirma que ele será candidato ao governo de Minas Gerais em 2026, contradizendo o partido Republicanos que anunciou seu abandono na disputa.
A ausência de Cleitinho na convenção do partido provocou uma reorganização estratégica, com a legenda decidindo apoiar Marcelo Aro na eleição.
Após pesquisas indicando sua liderança, Cleitinho divulgou um vídeo emocional nas redes sociais, mas sua situação partidária ainda não está definida devido a prazos eleitorais.
O ministro Flávio Dino, do STF, intimou lideranças de 21 partidos para esclarecer sobre a definição e distribuição de emendas parlamentares.
A investigação foca na possibilidade de dirigentes partidários manterem cotas de emendas de indicação, o que infringiria a probidade pública.
Dino enfatizou que a deliberação de emendas é exclusividade de parlamentares ativos e reforçou a necessidade de esclarecer a autorização e destinação de recursos.
O Partido Liberal (PL) mudou sua estratégia e agora se opõe à PEC do fim da escala trabalhista 6x1, destacando críticas à proposta do governo Lula.
Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência, apresenta alternativas à jornada de trabalho 5x2 defendida por Lula, como a manutenção da 6x1 e jornadas mais flexíveis.
A discussão sobre a PEC enfrenta resistência no Congresso, e o PL se prepara para intensificar sua atuação à medida que a votação se aproxima.
O PT, durante seu 8º Congresso, se reposiciona como um partido 'antissistema' e critica a velha política.
Edinho Silva, presidente do PT, afirma que a resposta ao antissistema está na esquerda e destaca a importância de discussões sobre reforma política e mudança no Judiciário.
O partido busca atrair o sentimento de indignação popular e ressaltar sua origem como força de contestação, apesar de ter governado o país por 17 anos e meio desde 2000.
A janela partidária resultou em um crescimento significativo do PL na Câmara, consolidando sua força como a maior bancada de oposição.
O PL, que aumentou sua presença de 87 para 97 deputados, tem como líder a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência.
O Centrão, por outro lado, sofreu perdas, incluindo o União Brasil, que perdeu 14 deputados, enquanto a base governista se manteve estável, sem grandes avanços.