Cientistas registraram em tempo real o surgimento de um novo trecho do fundo do oceano no Oceano Índico, incluindo terremotos, erupções e formação de nova crosta.
O evento, que ocorreu em abril de 2024, lançou até 160 milhões de metros cúbicos de lava e revelou que 76% do movimento foi por deslizamento assísmico.
A pesquisa ajuda a entender como a crosta terrestre se forma e por que essas regiões têm menos terremotos do que o previsto.
Pesquisadores brasileiros descobriram evidências da resistência da goethita a pressões e temperaturas extremas, revelando seu potencial para transportar e liberar água no manto inferior da Terra.
A pesquisa, realizada no acelerador de partículas Sirius, usou diamantes superprofundos encontrados em Juína, Mato Grosso, para analisar inclusões minerais raras.
Este estudo é pioneiro, sendo a primeira análise mundial de um diamante superprofundo realizada totalmente por uma equipe brasileira e com instrumentos nacionais.
A Agência Espacial Europeia divulgou imagens de satélite que mostram deformações na crosta terrestre na Venezuela, causadas por terremotos em 24 de junho.
Os tremores resultaram em 3.811 mortos, e os dados foram coletados pelos satélites Sentinel-1 do programa Copernicus.
As comparações de medições antes e depois dos terremotos revelaram um deslocamento de até 30 centímetros na região do epicentro, que coincide com importantes estruturas tectônicas.
Novo estudo revela como o manto de gelo da Antártica se formou milhões de anos antes do Ártico, ligando este fenômeno a eventos geológicos profundos.
O resfriamento global e a dinâmica das montanhas antárticas contribuíram para a formação do gelo, que persistiu apesar de temperaturas altas no Oceano Antártico.
A pesquisa sugere que mudanças na altitude da Antártica foram cruciais para a configuração do clima e para o surgimento de um manto de gelo, impactando as eras glaciais futuras.