Prefeituras das regiões de Sorocaba e Itapetininga suspenderam as aulas municipais nesta sexta-feira (11) devido a um alerta de tempestade e risco de tornados emitido pela Defesa Civil.
A suspensão afeta não apenas escolas municipais, mas também estaduais e instituições como Etecs e Fatecs na região metropolitana de Sorocaba.
O aviso foi provocado por um ciclone extratropical no Sul do país, que pode intensificar as condições climáticas em todo o estado de São Paulo.
A Defesa Civil de São Paulo emitiu um alerta para uma nova onda de calor que deve ocorrer entre 28 e 31 de agosto, com temperaturas próximas a 40°C nas regiões norte e noroeste.
A combinação de calor intenso, baixa umidade e tempo seco aumenta o risco de queimadas e incêndios florestais, pois pode provocar a rápida propagação das chamas.
Recomendações incluem manter a hidratação, evitar exposição ao sol e cuidar da ventilação, especialmente para crianças, idosos e animais.
O ator Lúcio Mauro Filho revelou em podcast que foi diagnosticado com câncer de intestino após exames de rotina, guardando a informação por mais de cinco anos.
Ele ressaltou a importância de fazer exames periódicos e ter atenção a sintomas, como sangue nas fezes e alterações no hábito intestinal.
O diagnóstico precoce é essencial para aumentar as chances de cura, com taxas superando 90% quando detectado cedo.
A prefeitura do Rio antecipa medidas de verão devido ao intensificado Super El Niño, que trará altas temperaturas e tempestades.
Fenômeno climático já registrado pela NOAA deve afetar a cidade a partir do final do inverno, mobilizando mais de 50 órgãos em um 'alerta máximo'.
Especialistas destacam possibilidade de o El Niño ser particularmente forte no final da primavera e início do verão, aumentando o risco de chuvas intensas.
Santa Catarina está em alerta devido ao Super El Niño, com 3 mil áreas de risco em 100 municípios, mas não possui um plano de contingência finalizado para desastres naturais.
O Tribunal de Contas do Estado aponta falhas na gestão ambiental e na execução de recursos destinados à prevenção de desastres, revelando a falta de prioridade dada pelos municípios.
Deputados e órgãos de fiscalização criticam a morosidade no investimento em barragens e ações de emergência, enquanto a verba para propaganda da Defesa Civil supera o investimento em infraestrutura.