A Polícia Federal realizou uma busca e apreensão na casa de Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar, após ele não entregar duas armas registradas.
Carlos Bolsonaro expressou seu pavor nas redes sociais, alegando que a ação é uma tortura e perseguição ao pai.
A defesa do ex-presidente afirmou que nenhum material procurado foi encontrado durante a operação, que durou cerca de uma hora.
O Exército informou ao STF que entregou à Polícia Federal seis armas do arsenal do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas que duas armas não estão sob sua posse.
A defesa de Bolsonaro mencionou que uma das armas apreendidas estava em uma blitz e que a outra se encontra em uma importadora no Rio Grande do Sul.
Após determinação do ministro Alexandre de Moraes, a entrega de 10 armas vinculadas a Bolsonaro foi solicitada, com parte já entregue em abril de 2023.
O ministro Alexandre de Moraes do STF determinou que Jair Bolsonaro entregue suas armas registradas à Polícia Federal em 48 horas.
A decisão segue a manutenção da prisão domiciliar de Bolsonaro, porém revoga seu porte de arma e certificado de CAC devido à sua atual condição jurídica.
O descumprimento das condições impostas à prisão domiciliar pode resultar no retorno de Bolsonaro ao regime fechado.
O sargento Estácio Leite da Silva Filho declarou à PCDF que retirou a arma de fogo de Jair Bolsonaro com autorização de Michelle Bolsonaro.
Ele aguardava o retorno de Michelle para devolver a pistola, mas foi parado em uma blitz onde a arma foi encontrada no veículo.
Apesar de sua justificativa, a polícia concluiu que ele cometeu porte ilegal de arma por transportar um armamento registrado em nome de terceiro sem autorização.
A defesa de Jair Bolsonaro afirmou que sua equipe de segurança retirou um item da arma do ex-presidente para torná-la inoperante, alegando que as medicações psiquiátricas afetam sua cognição.
Durante uma blitz, a pistola foi apreendida com um sargento que alegou estar fazendo reparos; a posse da arma é considerada regular pelos advogados, apesar da condenação de Bolsonaro.
A Polícia Civil do DF abriu um inquérito para investigar a apreensão da arma, que não possuía a documentação necessária para o porte.
O ministro Alexandre de Moraes deu 24 horas para a defesa de Jair Bolsonaro explicar a apreensão de uma pistola durante uma blitz em Brasília.
A arma foi encontrada com um sargento do GSI, que alegou estar realizando reparos, e foi confiscada perto do fim da prisão domiciliar do ex-presidente.
Moraes também pediu esclarecimentos sobre as medidas de segurança da prisão domiciliar e se a ordem de revista nos veículos está sendo cumprida.