O Senado aprovou em primeiro turno a PEC que cria uma aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde, considerada uma 'pauta-bomba'.
A proposta estabelece idades mínimas de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, garantindo aposentadoria integral e vedando contratações temporárias.
O impacto fiscal estimado da medida é de R$ 27 bilhões em dez anos, o que gerou preocupações quanto ao equilíbrio financeiro das contas públicas.
A votação da PEC que cria aposentadoria especial para agentes de saúde está marcada para esta semana, aumentando tensões entre o Senado e o governo.
O impacto fiscal da proposta é estimado em R$ 30 bilhões em 10 anos, o que comprometerá o orçamento da União, segundo o governo.
Esse é o segundo projeto de grande impacto econômico discutido pelo Senado em junho, após a aprovação da renegociação de dívidas rurais, também criticada pelo governo.
O STF invalidou a exigência de idade mínima para a aposentadoria especial de trabalhadores expostos a agentes nocivos, beneficiando motoristas e cobradores.
A decisão destaca que a aposentadoria especial não é automática e depende da prova de exposição a condições prejudiciais à saúde.
Advogada Liana Variani alerta que empresas precisam ter documentação adequada para evitar riscos jurídicos após a decisão.
O STF decidiu por 6 votos a 5 que não haverá mais exigência de idade mínima para a aposentadoria especial de trabalhadores expostos a agentes nocivos.
A decisão permite que os segurados se aposentem após cumprirem o tempo de exposição a condições prejudiciais, sem a necessidade de atingir uma idade mínima.
Apesar da mudança, as regras de cálculo do benefício e a impossibilidade de conversão de tempo especial em comum permanecem válidas conforme a Emenda Constitucional 103 de 2019.
A corretora Planner atuou como intermediária em um esquema irregular envolvendo o Banco Master e o Rioprevidência desde fevereiro de 2024.
A investigação da Polícia Federal revelou que o credenciamento foi realizado com base em um atestado fraudulento e que a primeira operação não possuía registros que justificassem sua necessidade.
As irregularidades sugerem a criação de mecanismos que serviam tanto para facilitar as transações quanto para aumentar as taxas de corretagem para os envolvidos no esquema.
Frentes parlamentares desejam revisar a escala 6 X 1 como parte de uma nova reforma trabalhista, impulsionada pela FPE.
O grupo busca garantir maior previsibilidade nas relações de trabalho, além de emendar a PEC em análise no Congresso.
Congresso pretende aumentar a pressão sobre o governo para explicar custos da proposta, com o debate se expandindo para incluir questões previdenciárias em breve.
Ana Cristina Silveira foi nomeada nova presidente do INSS, substituindo Gilberto Waller, que foi demitido.
Graduada em Direito, Ana possui mais de 20 anos de experiência no sistema previdenciário e atuou como secretária-executiva adjunta do Ministério da Previdência Social.
O ministro Wolney Queiroz destacou a importância de Ana para solucionar a fila do Instituto, enfatizando sua visão sistêmica no trato com a Previdência.
A CPMI do INSS solicitou ao STF a prisão preventiva de 21 investigados por corrupção relacionados a fraudes em benefícios previdenciários.
Entre os acusados estão o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanuto, e o Careca do INSS, que atuavam no esquema que causou um prejuízo estimado de R$ 7 bilhões.
O requerimento foi aprovado por unanimidade e baseia-se em indícios de crimes como lavagem de dinheiro, organização criminosa e corrupção passiva.