Jorge Messias, advogado-geral da União, afirma que a função pública deve se pautar pela impessoalidade e rigor técnico em vez de relações pessoais.
A declaração surge após a PF levantar questões sobre possíveis influências políticas em decisões não atendidas pela AGU relacionadas ao ministro André Mendonça do STF.
Messias ressalta ter o apoio do presidente Lula para atuar com independência técnica e fidelidade à Constituição.
O coordenador do grupo Prerrogativas, Marco Aurélio Carvalho, criticou o relatório da Polícia Federal que relaciona o ministro Jorge Messias ao inquérito do Banco Master, apontando equívocos no documento.
Carvalho destacou que a Advocacia Geral da União (AGU) não possui atribuição penal em casos mediados pela PF e defendeu a integridade de Messias nas suas ações.
A AGU emitiu uma nota esclarecendo seu papel de interlocução entre Mendonça e Fachin, enfatizando a busca por soluções pacíficas e dialogadas para conflitos institucionais.
Flávio Bolsonaro foi ovacionado durante a Marcha para Jesus em São Paulo, onde destacou a importância do evento para recarregar as energias e orar pelas famílias brasileiras.
O advogado-geral da União, Jorge Messias, se isolou em um trio, enfatizando a união no louvor a Jesus sem segregar pessoas por posições políticas.
O evento, que teve sua primeira edição em 1993, contou com a presença de outros políticos como Tarcísio de Freitas e Sóstenes Cavalcante, e foi inspirado em uma celebração do Reino Unido.
Durante a Marcha para Jesus em São Paulo, o ministro Jorge Messias criticou o discurso político de Flávio Bolsonaro, que associou o governo Lula ao 'mundo do mal'.
Messias reiterou que a ocasião não deveria ser utilizada para comícios, chamando a atenção para a necessidade de louvar e adorar.
Ao se referir à sua rejeição ao STF, Messias disse que o processo está 'nas mãos de Deus'.
O presidente Lula decidiu reenviar a indicação de Jorge Messias para o STF após sua rejeição pelo Senado.
Há discussões entre os aliados sobre o melhor momento para a nova indicação, com um grupo sugerindo que deve ser feita em breve, enquanto outro prefere esperar após as eleições.
Messias, que já foi rejeitado por 42 votos a 34, é visto por Lula como qualificado para a vaga, mas a relação tensa com o presidente do Senado pode complicar a nova tentativa.
O Senado não poderá reanalisar o nome de Jorge Messias para o STF devido a regras que proíbem novas considerações após uma rejeição na mesma sessão legislativa.
O atual AGU, cuja indicação foi rejeitada com 42 votos contrários e 34 favoráveis, pode ser reenviado por Lula ao Senado antes das eleições de outubro.
Jorge Messias espera garantias de aprovação para evitar uma nova recusa, considerando a pressão política ao seu redor.
O Regimento Interno do Senado impede que o nome de Jorge Messias seja reanalisado em 2026 após sua rejeição como indicado ao STF.
Luiz Inácio Lula da Silva só poderá reapresentar o nome de Messias em 2027, caso vença a eleição de 2026.
A rejeição de Messias foi atribuída a um movimento articulado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e a avaliação indica que ele cumpre os requisitos para o cargo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja reenviar a indicação de Jorge Messias ao STF antes das eleições, mesmo após a recente rejeição no Senado.
A derrota histórica no Senado, onde Messias foi rejeitado com 42 votos contra 34, resultou em um rompimento de aliança entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
Apesar das incertezas sobre uma nova votação, Messias recebeu apoio de aliados e juristas, mas considera a possibilidade de assumir o Ministério da Justiça como uma alternativa menos atrativa.