- O coordenador do grupo Prerrogativas, Marco Aurélio Carvalho, criticou o relatório da Polícia Federal que relaciona o ministro Jorge Messias ao inquérito do Banco Master, apontando equívocos no documento.
- Carvalho destacou que a Advocacia Geral da União (AGU) não possui atribuição penal em casos mediados pela PF e defendeu a integridade de Messias nas suas ações.
- A AGU emitiu uma nota esclarecendo seu papel de interlocução entre Mendonça e Fachin, enfatizando a busca por soluções pacíficas e dialogadas para conflitos institucionais.