O governo Trump impôs condições ao Brasil para a venda de ativos de mineração, visando garantir participação de empresas americanas e limitar investimentos de entidades estrangeiras.
O governo brasileiro, sob Luiz Inácio Lula da Silva, rejeitou as propostas americanas, afirmando que a soberania nacional deve prevalecer sobre exigências externas.
Negociações para um futuro acordo comercial entre os dois países foram retomadas, com expectativas de novos discussões no final de setembro de 2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que elimina a chamada 'taxa das blusinhas', retirando a cobrança de 20% de Imposto de Importação para compras internacionais de até US$ 50.
A nova legislação foi aprovada pelo Congresso Nacional após um acordo entre Lula e os presidentes da Câmara e do Senado.
Apesar do fim da cobrança federal, os produtos ainda estão sujeitos ao ICMS, um imposto estadual que varia conforme a localidade.
A Câmara dos Deputados e o Senado aprovaram a medida que zera o Imposto de Importação para compras internacionais de até US$ 50.
A proposta, que será sancionada pelo presidente Lula, busca facilitar as compras no exterior, reduzindo a alíquota para produtos entre US$ 50 e US$ 3.000.
A aprovação é vista como uma vitória do governo, que enfrentou resistência da população desde a implementação da antiga taxa em 2024.
O Congresso Nacional discute três projetos, incluindo a PEC do fim da escala 6x1 e a Medida Provisória sobre a taxa das blusinhas.
A expectativa é que a mudança na jornada de trabalho seja votada ainda nesta quarta-feira, com apoio do governo para acelerar o processo.
A oposição pode tentar retardar a tramitação, enquanto a MP que elimina a taxação de 20% em compras internacionais precisa ser aprovada até o fim da semana.
Mark Carney, primeiro-ministro do Canadá, criticou as novas tarifas de 50% dos EUA, afirmando que foram feitas para machucar e dividir o país.
Carney anunciou retaliações econômicas a partir de 8 de setembro, impactando setores como aço e laticínios americanos.
A crescente onda nacionalista no Canadá mostra que os canadenses estão dispostos a aceitar custos econômicos para preservar a soberania, com a opinião favorável aos EUA caindo drasticamente.
Donald Trump alerta que países que fizerem negócios com o Irã enfrentarão consequências econômicas severas.
A China, que é o maior parceiro comercial do Irã, respondeu por exportações iranianas de US$ 22,4 bilhões em 2022.
Alemanha, Índia e outros países também estão envolvidos no comércio com o Irã, que enfrentou queda significativa nas exportações desde 2018 devido a sanções dos EUA.