O novo tarifaço de Donald Trump impõe uma sobretaxa de 25% sobre exportações brasileiras, refletindo uma nova era de protecionismo americano.
O Brasil, com menor dependência dos EUA, deve acelerar a diversificação de mercados, visando relações comerciais mais amplas com blocos como a União Europeia e o Mercosul.
Estratégias de diversificação já mostram resultados, com crescimento substancial das exportações brasileiras para mercados alternativos entre 2020 e 2025.
Os 20 principais exportadores responderam por 85% das importações dos EUA em 2025 e no acumulado de 2026 até maio.
O Brasil ocupou a 17ª posição, com vendas de US$ 39,9 bilhões em 2025 e US$ 13,9 bilhões de janeiro a maio de 2026.
As novas tarifas impostas pelo governo Trump incluem taxas de 10% a 12,5% e se baseiam na alegação de uso de 'trabalho forçado' na produção brasileira.
Países europeus se destacam como vencedores na nova reforma tarifária de Trump, que começou a ser implementada após uma decisão da Suprema Corte dos EUA.
Enquanto isso, o Brasil se posiciona como o maior perdedor dessa mudança, enfrentando resultados adversos em sua economia.
A proteção temporária para algumas nações pode não ser suficiente para evitar consequências negativas a longo prazo.
Um grupo de 20 congressistas republicanos enviou uma carta solicitando ações contra o Brasil devido ao projeto de lei que regula mercados digitais e expande os poderes do Cade.
Os parlamentares argumentam que a proposta brasileira impõe um novo regime regulatório às big techs americanas, seguindo a legislação europeia.
A votação do PL 4675 está suspensa devido à resistência de vários partidos, que alegam preocupações sobre a regulação de conteúdo.
A carne bovina brasileira e outros subprodutos de origem animal ficaram isentos da sobretaxa de 12,5% dos Estados Unidos.
A exclusão foi confirmada pelo USTR, que publicou os produtos que não serão afetados pela nova cobrança.
A decisão garante que as exportações sigam o regime comercial atual, incluindo cotas tarifárias, beneficiando indústrias americanas que utilizam couro brasileiro.
O presidente Donald Trump anunciou a imposição de tarifas de 50% sobre produtos canadenses, ameaçando as relações comerciais entre os EUA e o Canadá.
As tarifas, que abrangem cerca de US$ 20 bilhões em produtos, entrarão em vigor em 30 dias. Funcionários afirmam que não estão relacionadas aos incêndios florestais.
O primeiro-ministro de Ontário, Doug Ford, respondeu afirmando que o Canadá deve retaliar com tarifas correspondentes.