Luana Rosa de Araújo, conhecida como a Madrinha da Cidade Alta, foi presa no Complexo de Israel, acusada de ser braço direito do traficante Peixão.
Ela tinha quatro mandados de prisão em aberto, dois por homicídio e dois por associação ao tráfico, e é investigada por ordenar ataques a ônibus em Duque de Caxias.
A prisão ocorreu durante uma operação conjunta da polícia e a mulher foi encontrada com um fuzil cor-de-rosa, símbolo de confiança do traficante.
Durante uma operação da PM no Complexo de Israel, um dos presos usava um colete com a bandeira de Israel, associado ao tráfico local.
A operação tem como alvo a intolerância religiosa imposta pelo tráfico e resultou na prisão de quatro suspeitos e na apreensão de dois fuzis.
Peixão, líder do tráfico, adotou a bandeira como símbolo de poder, misturando religião com suas atividades criminosas, em uma estratégia para manipular a população local.
A Polícia Militar do Rio de Janeiro desmantelou uma gráfica clandestina de dinheiro no Complexo da Maré, onde foram encontradas centenas de cédulas falsas em valores de R$ 10, R$ 20 e R$ 100.
A operação, que contou com 200 agentes e vários equipamentos, ocorreu em resposta à expansão do tráfico na área, associada ao Comando Vermelho.
Quatro suspeitos foram detidos durante a ação, que também resultou no fechamento de 22 escolas e na suspensão de atividades em unidades de saúde na região.
O tráfico e a milícia no Rio de Janeiro controlam a distribuição de produtos essenciais, como alimentos e materiais de limpeza, obrigando comerciantes a comprar somente de fornecedores indicados por eles.
Essa prática criminosa aumenta as tarifas dos produtos, gerando um impacto de R$ 21,4 bilhões anuais na economia formal, significando a ampliação do controle do crime sobre o mercado.
Especialistas alertam para o longo prazo, onde essa abordagem pode comprometer o desenvolvimento econômico e criar um ambiente hostil para empresas legais.