Um terremoto de magnitude 4,7 atingiu Campi Flegrei, na Itália, causando apagões e danos em edifícios, deixando 8 pessoas feridas.
O tremor ocorreu a 3 km de profundidade, fazendo com que moradores evacuassem suas casas e suspendendo os serviços de trem e metrô por precaução.
A região, conhecida por sua atividade sísmica, enfrenta temor de uma nova crise similar à da década de 1980, quando abalos severos obrigaram milhares a deixar suas casas.
Um terremoto de magnitude 5,1 e um tremor secundário de 3,7 atingiram a região de Chupaca, no Peru, resultando em pelo menos seis mortes e 30 feridos.
Os dois eventos sísmicos ocorreram com 17 minutos de intervalo, causando danos significativos em várias estruturas, incluindo um monumento religioso e um convento.
As autoridades estão em operação de resposta para atender os afetados, com relatos de interrupções no fornecimento de energia na região.
Um terremoto de magnitude 7,3 atingiu a costa sul do México, próximo à Guatemala, sem registro de vítimas até o momento.
O Sistema de Alerta de Tsunami dos EUA emitiu um alerta para o México e Guatemala, prevendo ondas menores em mais oito países da América Latina, mas a presidente pedindo que moradores não se aproximem da costa.
Réplicas foram sentidas em várias cidades e o governo mexicano afirma que não há expectativa de problemas graves relacionados ao tsunami.
Hideki 'Kit' Miyamoto classifica o terremoto na Venezuela como a terceira tragédia natural mais complexa do mundo, superada apenas pelos terremotos da China e da Turquia.
O governo venezuelano mobilizou uma resposta rápida e organizada para atender as necessidades das populações afetadas, conforme destacado pelo especialista.
Reuniões de cooperação internacional estão em andamento para garantir a resistência das estruturas e desenvolver um sistema de alerta precoce para futuros desastres.