Mark Carney, primeiro-ministro do Canadá, criticou as novas tarifas de 50% dos EUA, afirmando que foram feitas para machucar e dividir o país.
Carney anunciou retaliações econômicas a partir de 8 de setembro, impactando setores como aço e laticínios americanos.
A crescente onda nacionalista no Canadá mostra que os canadenses estão dispostos a aceitar custos econômicos para preservar a soberania, com a opinião favorável aos EUA caindo drasticamente.
Países europeus se destacam como vencedores na nova reforma tarifária de Trump, que começou a ser implementada após uma decisão da Suprema Corte dos EUA.
Enquanto isso, o Brasil se posiciona como o maior perdedor dessa mudança, enfrentando resultados adversos em sua economia.
A proteção temporária para algumas nações pode não ser suficiente para evitar consequências negativas a longo prazo.
O vice-presidente Geraldo Alckmin confirmou que o Brasil buscará negociar com os Estados Unidos para aliviar a crise gerada pela nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros.
A Lei da Reciprocidade está sendo considerada pelo governo brasileiro, mas Alckmin reforçou que a intenção não é retaliar, mas sim encontrar soluções através do diálogo.
Setores produtivos, como a indústria de máquinas e calçados, se reuniram com o governo e defenderam que o apoio às empresas afetadas deve ser adaptado às necessidades específicas de cada setor.
O governo brasileiro procura amenizar tensões comerciais com os EUA após a imposição de tarifas sobre produtos nacionais.
Uma publicação nas redes sociais celebrou o Dia da Amizade com a imagem das bandeiras do Brasil e dos EUA de mãos dadas, destacando a importância da diplomacia.
O post recebeu alta interação, mesmo sem mencionar diretamente as críticas do secretário de Estado americano Marco Rubio.
Os Estados Unidos anunciarão uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, impactando o comércio entre os dois países.
O governo Lula aguarda a lista de exceções para entender o impacto econômico e planejar sua resposta, incluindo a possibilidade de aplicar a Lei da Reciprocidade Econômica.
A investigação que originou as tarifas é vista pelo governo brasileiro como uma ação política influenciada por laços da família Bolsonaro com os EUA.