O governo Trump impôs condições ao Brasil para a venda de ativos de mineração, visando garantir participação de empresas americanas e limitar investimentos de entidades estrangeiras.
O governo brasileiro, sob Luiz Inácio Lula da Silva, rejeitou as propostas americanas, afirmando que a soberania nacional deve prevalecer sobre exigências externas.
Negociações para um futuro acordo comercial entre os dois países foram retomadas, com expectativas de novos discussões no final de setembro de 2026.
O Senado aprovou a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, visando a criação de um fundo para investimento no setor mineral.
O projeto prevê R$ 7 bilhões em incentivos governamentais e estabelece requisitos para as empresas do setor.
A proposta tem como objetivos o fortalecimento da produção nacional e a valorização das reservas de minerais críticos, essenciais para diversas tecnologias e a segurança nacional.
O Senado aprovou o marco legal para a exploração de minerais críticos e terras raras, prevendo R$ 5 bilhões em incentivos fiscais e a criação de um conselho regulador.
A aprovação do projeto foi uma prioridade do governo de Lula, facilitada por um acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
O texto visa fomentar o refino de minérios no Brasil e impedir que o país se torne apenas um exportador de commodities.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou sua campanha eleitoral para reeleição no Estádio Municipal 1° de Maio, em São Bernardo do Campo, local de suas antigas atuações no movimento sindical.
Durante seu discurso, Lula condicionou a criação do Ministério da Segurança Pública à aprovação da PEC da Segurança e ressaltou a importância da participação feminina na política.
Lula defendeu a soberania econômica do Brasil, enfatizando a necessidade de dominar a cadeia produtiva de terras raras e criticando a exploração externa por potências como Estados Unidos e China.
A sobretaxa de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros entra em vigor nesta quarta-feira (22).
O PT lança a campanha 'O Brasil Não Se Entrega' como parte de sua estratégia para destacar a soberania nacional e o direito do povo de decidir seu destino.
A campanha também buscará a mobilização nas redes sociais, utilizando a plataforma 'porta-vozes' para unificar o discurso petista.