Centenas de conversas privadas de usuários com o chatbot Claude foram indexadas e ficaram disponíveis publicamente em mecanismos de busca como o Google.
As conversas expostas incluem dados sensíveis, como informações pessoais e profissionais de usuários que optaram por compartilhar links.
A Anthropic, empresa por trás do Claude, declarou que o controle sobre o compartilhamento das conversas é dos próprios usuários e que a função de pesquisa foi desativada rapidamente após a descoberta do problema.
Centenas de conversas privadas entre usuários e o chatbot Claude da Anthropic foram encontradas disponíveis publicamente na internet.
As conversas se tornaram acessíveis por meio de mecanismos de busca após usuários optarem por compartilhar links específicos, incluindo informações sensíveis.
A Anthropic afirmou que o controle do compartilhamento das conversas é do usuário e que a visibilidade nos resultados de pesquisa não era previsível.
Chatbots como ChatGPT e Gemini podem revelar informações pessoais dos usuários, deduzindo dados de conversas passadas.
Testes mostram que esses assistentes conseguem inferir detalhes sobre renda, saúde e perfil psicológico dos usuários, levantando preocupações sobre privacidade.
Para quem valoriza a proteção de dados, é possível ajustar configurações dos chatbots para limitar o armazenamento de informações pessoais.
A Meta lançou uma iniciativa no Brasil chamada Programa AI Glasses Brasil, buscando desenvolvedores e estudantes para criar aplicativos para seus novos óculos inteligentes com IA.
Esses óculos já possuem funcionalidades como comandos de voz e exibição de informações na lente, porém a Meta pretende expandir as aplicações existentes e incentivar inovações tecnológicas.
Apesar do potencial dos óculos, existem preocupações com privacidade e vigilância, especialmente devido ao histórico da Meta em relação a dados pessoais e a sensação de ser filmado sem consentimento.
O Instagram lançou um novo recurso chamado Muse Image, que permite que qualquer pessoa crie imagens usando fotos de perfis públicos sem autorização prévia.
A ferramenta analisa as fotos disponíveis de uma conta e gera novos conteúdos visuais com base nessas imagens, sem notificar os usuários.
Para proteger sua conta, é possível desativar o uso de suas fotos pelas ferramentas de IA ou tornar a conta privada.
A Meta lançou o Muse Image, um gerador de imagens que permite a criação de deepfakes utilizando fotos públicas do Instagram.
A ferramenta, que está ativada por padrão, pode ser usada em Instagram, WhatsApp e Meta AI, e permite que usuários incluam amigos mencionando seus perfis.
Usuários podem impedir que suas publicações sejam usadas para criações de IA ajustando as configurações de privacidade nas redes sociais.
A Meta lançou um novo modelo de geração de imagens via inteligência artificial que pode usar fotos de perfis públicos do Instagram sem solicitar permissão.
Contas privadas e usuários menores de 18 anos estão automaticamente excluídos do serviço, e contas públicas podem optar por não participar.
O uso de deepfakes é limitado a caricaturas, e a empresa garante que tomará medidas contra conteúdos que violem seus padrões comunitários.