Vídeos de panelaço contra o ministro Alexandre de Moraes começaram a circular em São Paulo na noite de segunda-feira (14).
As manifestações, que ocorreram em Santa Cecília e Higienópolis, visavam protestar contra a corrupção no STF e aconteceram antes da sessão que decidirá sobre a investigação do ministro.
O ato foi amplamente compartilhado nas redes sociais, com internautas expressando a insatisfação do povo em relação à corrupção.
O julgamento que decidirá sobre a investigação do ministro Alexandre de Moraes do STF enfrenta uma série de questões processuais, podendo complicar a análise do caso marcado para o dia 15.
Advogadas afirmam que a proliferação de petições no STF reflete uma disputa interna e uma politização da Corte, dificultando o controle institucional.
A sessão de 15 de setembro será crucial para decidir a validade de provas e ações envolvendo Moraes, com a possibilidade de uma eventual investigação contra ele.
A produtora Go Up Entertainment, responsável pelo filme 'Dark Horse', pagou quatro faturas de cartão de crédito do deputado Mário Frias entre agosto e novembro de 2025, com valores variando de R$ 32,6 mil a R$ 36,8 mil.
O pagamento das faturas ocorre em meio a investigações sobre o financiamento do filme, que é uma cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A Polícia Federal cumpriu mandados de busca em uma operação que apura um suposto esquema de desvio de recursos públicos relacionados à produção do filme.
O ministro Alexandre de Moraes enfrenta uma série de revelações que comprometem sua posição no STF, revelando contratos milionários e ligações diretas com um investigado.
Noticiários de grande circulação clamam pela renúncia de Moraes, destacando a gravidade das evidências apresentadas, que incluem edições pessoais em contratos.
O clima político se intensifica, com pedidos de impeachment ganhando força no Congresso e um consenso incomum entre veículos de imprensa em relação à situação do ministro.
A coordenação da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tenta evitar a votação da PEC do fim da escala 6x1 e da PEC da Segurança Pública, mas reconhece que as propostas têm chances de aprovação no plenário.
A oposição, liderada pelo PL, argumenta que as medidas precisam ser debatidas mais profundamente e não devem ser votadas em época eleitoral, além de exigir o cumprimento do regimento interno do Senado.
Apesar das tentativas de adiar a votação, o ambiente político no Senado é favorável e Lula tem aumentado sua presença nas redes sociais para defender a PEC do fim da escala 6x1.