O governo Lula anunciou medidas de incentivo à economia que somam R$ 283,2 bilhões, se aproximando do pacote de R$ 325 bilhões de Bolsonaro em 2022.
As iniciativas abrangem desonerações no Imposto de Renda e empréstimos com garantias estatais, mas o endividamento elevado limita o acesso ao crédito por parte da população.
O Ministério da Fazenda enfatiza que as ações visam o equilíbrio fiscal, apesar das críticas sobre a concentração de medidas com objetivos eleitorais.
A deputada Dandara Tonantzin (PT-MG) acionou a PGR para investigar a participação do presidente argentino Javier Milei no lançamento da candidatura de Flávio Bolsonaro.
A representação alega que a presença de estrangeiros em campanhas eleitorais viola a legislação brasileira, citando o Código Eleitoral que proíbe tais participações.
A deputada também questiona o uso de um deepfake do ex-presidente Jair Bolsonaro, argumentando que isso configura abuso de meios de comunicação e prejudica a equidade nas eleições.
As mortes violentas intencionais no Brasil caíram 8,2% em 2025, totalizando 40.775 casos, mas sete estados apresentaram aumento nos índices.
O Anuário Brasileiro de Segurança Pública registrou uma redução de 31% em comparação com 2012 e mostrou que 90% das vítimas são homens, com prevalência entre pessoas negras.
Apesar da queda geral, estados como Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro tiveram aumentos significativos, principalmente devido a conflitos entre organizações criminosas e letalidade policial.
O presidente Lula anunciou a liberação de R$ 18,5 bilhões em crédito para empresas que enfrentam as tarifas de 25% dos EUA e a guerra no Oriente Médio.
O financiamento visa apoiar empresas exportadoras e exige a manutenção de empregos como uma das condições para o acesso aos recursos.
A medida se insere no programa 'Brasil Soberano', que tem como objetivo oferecer suporte financeiro em momentos de instabilidade internacional.
O MEC e o Ministério da Saúde anunciaram que o Enamed será obrigatório para a registradora de médicos a partir de agora.
Estudantes em medicina precisarão obter pelo menos 60 pontos no exame para receber o CRM, enquanto os matriculados anteriormente continuarão a usar o diploma.
A reproveção não impede tentativas futuras, com exames programados semestralmente a partir de 2025.
Lula sanciona novo marco do transporte público, mas vetou a obrigatoriedade de Estados e municípios cobrirem gratuidades.
A nova lei visa modernizar o sistema de transporte e diversificar o financiamento, mas ainda permite discussões sobre tarifa zero e subsídios federais.
O projeto original foi aprovado pela Câmara e buscava maior participação da União no custeio do transporte coletivo urbano.