A Justiça do Rio de Janeiro revogou a prisão preventiva do rapper Oruam, alterando a acusação de tentativa de homicídio para lesão corporal leve.
A decisão da juíza Tula Corrêa de Mello determina que Oruam deve cumprir medidas cautelares, como comparecimento mensal em juízo e proibição de frequentar o Complexo do Alemão.
Outros acusados no mesmo caso continuarão submetidos a medidas cautelares já impostas, sem haver descumprimento das determinações judiciais anteriores.
A juíza Tula Corrêa de Mello manteve a prisão preventiva do rapper Oruam e negou o pedido da defesa para revogação.
A defesa argumentou que Oruam, foragido há quase 5 meses, está com tuberculose e saúde frágil, mas a juíza considerou os laudos médicos insuficientes.
Oruam possui dois mandados de prisão, um por tentativa de homicídio e outro por lavagem de dinheiro, sendo a evasão do distrito da culpa um fator crucial para a manutenção da prisão.
A defesa do rapper Oruam informou à Justiça que ele está enfrentando um quadro de saúde gravíssimo, diagnosticado com tuberculose pulmonar.
Laudos médicos revelam que o artista apresenta lesões pulmonares, tosse crônica e perda significativa de peso, tendo emagrecido cerca de 5 kg em um mês.
Apesar das evidências, a juíza Tula Corrêa de Mello negou o pedido de revogação da prisão preventiva, mantendo Oruam foragido há mais de 130 dias por tentativa de homicídio.