A 5ª turma do STJ manteve por unanimidade a prisão preventiva da advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra, envolvida na Operação Vérnix, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC.
O relator, ministro Ribeiro Dantas, argumentou que não houve flagrante ilegalidade para revogar a custódia, ressaltando a necessidade de garantir a ordem pública devido à apuração de sua atuação em organização criminosa.
Apesar de manter a prisão, o STJ pediu celeridade ao TJ/SP na análise do habeas corpus que está em julgamento na Corte.
O ministro do STF, Flávio Dino, negou o pedido de prisão domiciliar da influenciadora Deolane Bezerra, que está presa sob suspeita de lavagem de dinheiro vinculado ao PCC.
Dino argumentou que o STF não deve ser usado como recurso para contestar decisões de primeira instância, ressaltando que não houve manifesta ilegalidade na prisão.
A prisão de Deolane foi parte da operação Vérnix, que investiga o uso de uma transportadora como fachada para movimentar dinheiro da facção criminosa.
Deolane Bezerra, influenciadora digital e advogada, foi presa durante a Operação Vérnix e passou por audiência de custódia virtual, onde se defendeu das acusações de ligação com o PCC.
Em sua defesa, Deolane afirmou que o dinheiro mencionado na investigação era referente a honorários advocatícios, e solicitou a conversão de sua prisão em domiciliar, alegando ser mãe de uma criança de 9 anos.
A Justiça, no entanto, manteve sua prisão preventiva, considerando que as investigações e os fatos são suficientes para a continuidade do processo.