Monique Medeiros descreve em julgamento que o pai biológico de Henry, Leniel Borel, era um 'pai ausente' em contraste com o avô materno que era mais próximo.
Durante seu depoimento, Monique menciona mudanças na relação de Henry com Jairinho, iniciadas após um episódio envolvendo um 'abraço apertado'.
Ela também relatou que Henry expressou desconforto com Jairinho e pediu que não ficasse sozinho com ele.
Durante o julgamento da morte de Henry Borel, o irmão de Monique Medeiros afirmou que um advogado da defesa de Jairinho orientou Monique a mentir sobre o crime.
Bryan Medeiros relatou que o advogado teria “treinado” Monique para afirmar que Jairinho estava dormindo no momento da morte, o que ela se opunha por ter que mentir.
A sessão do júri continua no domingo e prevê o interrogatório dos réus, com a decisão final a ser tomada pelo Conselho de Sentença.
Durante o julgamento do homicídio de Henry Borel, Dr. Jairinho, réu e ex-padrasto, pediu para sair do tribunal antes do depoimento do pai da criança, Leniel Borel.
A mãe de Henry, Monique Medeiros, passou mal ao ver fotografias da necropsia e deixou a sessão.
Leniel descreveu momentos com seu filho antes da morte e ressaltou mudanças em sua percepção sobre Monique, que se contradizem com sua primeira avaliação como mãe zelosa.
Durante o julgamento de Jairo Souza Santos Júnior e Monique Medeiros, a médica Maria Cristina Souza Azevedo relatou o estado de choque de Monique ao receber a notícia da morte de Henry Borel.
Henry chegou ao hospital Barra D'Or em parada cardiorrespiratória com hematomas, e a equipe médica tentou reanimá-lo por cerca de duas horas.
Monique chorou ao ver um vídeo de Henry dançando, exibido no tribunal, enquanto o julgamento se desenrolava com embates entre acusação e defesa.