• Gilmar Mendes, do STF, manteve a prisão de Monique Medeiros, afirmando que a soltura anterior contrariou decisões do tribunal.
  • A defesa da acusada pediu revisão da prisão e prazo para apresentação voluntária, mas ambos os pedidos foram negados.
  • O ministro enfatizou a necessidade de preservar a ordem pública e mencionou indícios de interferência na investigação do caso da morte de Henry Borel.