A saída de Macklemore da turnê de Ed Sheeran gerou uma onda de solidariedade entre outros artistas.
Finneas, Aaron Rowe, Lukas Graham e Beoga optaram por abandonar a turnê após o cantor ter sido demitido por suas declarações a favor da Palestina.
Finneas declarou que artistas não devem ser silenciados e apoiou a luta da Palestina, enquanto outros artistas expressaram preocupações sobre a liberdade de expressão.
Associações de imprensa expressam preocupação com decisão de Alexandre de Moraes sobre busca e apreensão na casa do jornalista Luís Pablo.
Entidades afirmam que medida pode ameaçar o sigilo de fonte, um direito constitucional essencial para o jornalismo.
Críticas se intensificam devido à decisão ter ocorrido no âmbito do polêmico inquérito das fake news, aumentando temores sobre a liberdade de imprensa.
A Rumble e a Trump Media afirmam que o ministro Alexandre de Moraes não respondeu à ação judicial nos EUA, ignorando o prazo de manifestação até 15 de junho.
As empresas alegam que as decisões de Moraes no Brasil violam garantias constitucionais dos EUA, especialmente a liberdade de expressão.
A Advocacia Geral da União tenta defender Moraes no processo e argumenta que decisões judiciais brasileiras não podem ser revistas por tribunais estrangeiros.
Oposição na Câmara dos Deputados formaliza pedido de impeachment contra o ministro Gilmar Mendes após sua solicitação para investigar Romeu Zema.
A investigação se originou devido a um vídeo compartilhado por Zema que satirizava os ministros do STF, levantando preocupações sobre a liberdade de expressão e critica institucional.
A tramitação de pedidos de impeachment exige a aceitação do presidente do Senado e o processo é complexo, incluindo análise, defesa e julgamento.
Um relatório dos EUA, criticado por Edson Fachin, alega que decisões de Alexandre de Moraes impuseram uma 'censura global' com remoções de conteúdo internacional.
O comitê aponta que plataformas digitais foram forçadas a obedecer a ordens judiciais brasileiras, com sanções aplicadas a quem resistisse.
Fachin responde que o relatório distorce o sistema jurídico brasileiro, defendendo a liberdade de expressão, mas ressaltando que ela não é absoluta.