John Textor, ex-dono da SAF Botafogo, declarou que nunca compraria Flamengo, Fluminense e Palmeiras, devido à rivalidade com o Botafogo.
Em entrevista, ele se autodenominou o 'melhor executivo' e provocou o ex-presidente do Botafogo, Carlos Augusto Montenegro, referindo-se a ele como o 'rei do rebaixamento'.
Textor expressou seu desejo de retornar ao comando da SAF e criticou a decisão judicial que o afastou, defendendo sua contribuição para transformar o Botafogo em um clube competitivo.
O Botafogo decidiu, em Assembleia Geral Extraordinária, o afastamento imediato de John Textor do Conselho de Administração da SAF.
A nova composição do Conselho inclui Estevão Prates Benincá, Ricardo Menezes Mello e Carlos Thiago Cesario Alvim, além de novos membros para o Conselho Fiscal.
Textor, após o afastamento, rebateu comunicados do clube, afirmando que realizou sua própria Assembleia em junho, onde aprovaram empréstimos de US$ 100 milhões.
John Textor afirmou em entrevista que detém 90% da SAF Botafogo e criticou o clube associativo por tentar revender ações que ele considera inválidas.
O empresário disse que a Eagle Bidco não tem o direito de vender suas ações e acusa o clube associativo de querer reverter a situação a seu favor, apesar de terem apenas 10% das ações.
Textor ainda comentou sobre propostas de investidores como Kia Joorabchian e Evangelos Marinakis, apoiando suas ofertas para o controle do clube.
John Textor apresentou uma proposta de recompra da SAF do Botafogo por até US$ 95 milhões, com financiamentos e um fundo de contingência inclusos.
Apesar da oferta, o clube social enfrenta resistência interna e prefere explorar outras propostas devido à desconfiança em relação à antiga administração de Textor.
A nova gestão do Botafogo, sob Eduardo Iglesias, busca alternativas que não envolvam o ex-dono, pois há críticas à sua gestão anterior.
O Botafogo protocolou pedido de recuperação judicial para proteger suas atividades e assegurar a continuidade do projeto esportivo.
A situação financeira do clube é grave, agravada por bloqueios, transfer bans da FIFA e a falta de retornos financeiros, com mais de R$ 900 milhões não recebidos.
A SAF Botafogo buscará reestruturar suas finanças e honrar compromissos, enquanto pretende garantir a continuidade das atividades esportivas e administrativas.