50% dos eleitores desaprovam o governo Lula, enquanto 43% aprovam, revelando uma distância crescente entre os índices de aprovação e desaprovação.
A avaliação negativa do governo subiu de 37% para 38%, e a positiva diminuiu de 35% para 34%, com a situação econômica sendo um fator significativo na percepção dos eleitores.
A pesquisa também aponta que 54% dos entrevistados afirmam que a renda familiar não aumentou ou cresceu menos que o custo de vida, e a porcentagem de pessoas com muitas dívidas subiu de 22% para 28%.
O governo Lula anunciou que a fila do INSS caiu para 1,252 milhão de pedidos pendentes, mas ainda há 224 mil pessoas aguardando resposta há mais de 45 dias.
O ministro da Previdência, Wolney Queiroz, destacou que a maior parte dos pedidos pendentes está dentro do prazo legal de análise e que foram implementadas medidas para reduzir o tempo de espera.
As iniciativas incluem a nomeação de novos servidores e a realização de mutirões, resultando em uma queda significativa no tempo de espera para perícias e reclamações.
Os Estados Unidos anunciarão uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, impactando o comércio entre os dois países.
O governo Lula aguarda a lista de exceções para entender o impacto econômico e planejar sua resposta, incluindo a possibilidade de aplicar a Lei da Reciprocidade Econômica.
A investigação que originou as tarifas é vista pelo governo brasileiro como uma ação política influenciada por laços da família Bolsonaro com os EUA.
Durante a Marcha para Jesus em São Paulo, o ministro Jorge Messias criticou o discurso político de Flávio Bolsonaro, que associou o governo Lula ao 'mundo do mal'.
Messias reiterou que a ocasião não deveria ser utilizada para comícios, chamando a atenção para a necessidade de louvar e adorar.
Ao se referir à sua rejeição ao STF, Messias disse que o processo está 'nas mãos de Deus'.
O presidente Lula bloqueou R$ 23,7 bilhões do orçamento federal para 2026, visando cumprir o arcabouço fiscal.
Essa medida impacta a maioria dos ministérios e já segue um bloqueio anterior de R$ 22,1 bilhões, além de um bloqueio de R$ 1,6 bilhão realizado em março.
A Secretaria de Relações Institucionais ganhou mais poder para liberar emendas parlamentares, mantendo a abertura para negociação com o Congresso em meio a cortes orçamentários.