A ONG FairSquare solicitou à Fifa que declare Gianni Infantino inelegível para a eleição presidencial de 2027, argumentando que ele já está em seu terceiro mandato.
A organização afirma que a interpretação de Infantino sobre seu primeiro mandato, que ele considera não contar, viola as regras da Fifa sobre limites de mandatos presidenciais.
A carta destaca preocupações sobre a falta de transparência e possíveis abusos de poder relacionados ao calendário eleitoral da Fifa, pedindo uma revisão da elegibilidade de Infantino.
Eduardo Paes, candidato ao governo do Rio de Janeiro, decidiu não participar de debates eleitorais antes do início oficial da campanha.
A decisão foi tomada pela coordenação de sua campanha após orientação do departamento jurídico, sem esclarecimentos sobre entraves legais até o momento.
O Grupo Bandeirantes lamentou a ausência de Paes e reafirmou seu compromisso com a democracia, enquanto outros candidatos confirmaram presença no debate.
Gianni Infantino, presidente da Fifa, pediu desculpas por 'erros' em suas propostas de venda de participações em competições para investidores, mas permanece no cargo com apoio interno.
A Uefa criticou Infantino, alegando falta de transparência, e alguns executivos expressaram desconfiança em relação à sua liderança.
Apesar das controvérsias, Infantino está determinado a buscar a reeleição em 2027, enfrentando um cenário desafiador com críticas crescentes.
A UEFA declarou que perdeu a confiança em Gianni Infantino como presidente da FIFA, após o anúncio de um plano para vender ações da entidade que foi considerado 'sórdido' e 'não transparente'.
A desistência de Infantino de criar uma empresa privada para gerenciar a Copa do Mundo ocorreu em meio a forte oposição, incluindo um boicote anunciado por federações da Inglaterra, Noruega e País de Gales.
A UEFA e outras confederações destacaram a necessidade de uma revisão robusta da liderança da FIFA para garantir que o esporte seja administrado de forma transparente e no interesse de seus membros.
A Concacaf se opôs à proposta da Fifa de criar a Fifa Forward Enterprise, que envolveria a venda de ações para investidores para financiar operações.
Os membros expressaram preocupações sobre a falta de processo legal, o prazo curto para a aprovação e a necessidade de capital privado, reforçando a exigência de mais transparência na governança.
A Concacaf lembrou os casos de corrupção da Fifa, destacando a necessidade de manter os valores do esporte em primeiro lugar.
O novo livro de Eric Ries, 'Incorruptible', investiga por que empresas bem-sucedidas abandonam seus princípios.
Ries afirma que o risco está nas estruturas que permitem que organizações sejam capturadas por interesses de curto prazo, um processo que ele chama de 'corrupção'.
A solução proposta é a criação de empresas 'mission-locked', protegidas por governança e estruturas que mantêm sua missão ao longo do tempo.