A UEFA declarou que perdeu a confiança em Gianni Infantino como presidente da FIFA, após o anúncio de um plano para vender ações da entidade que foi considerado 'sórdido' e 'não transparente'.
A desistência de Infantino de criar uma empresa privada para gerenciar a Copa do Mundo ocorreu em meio a forte oposição, incluindo um boicote anunciado por federações da Inglaterra, Noruega e País de Gales.
A UEFA e outras confederações destacaram a necessidade de uma revisão robusta da liderança da FIFA para garantir que o esporte seja administrado de forma transparente e no interesse de seus membros.
A Concacaf se opôs à proposta da Fifa de criar a Fifa Forward Enterprise, que envolveria a venda de ações para investidores para financiar operações.
Os membros expressaram preocupações sobre a falta de processo legal, o prazo curto para a aprovação e a necessidade de capital privado, reforçando a exigência de mais transparência na governança.
A Concacaf lembrou os casos de corrupção da Fifa, destacando a necessidade de manter os valores do esporte em primeiro lugar.
O novo livro de Eric Ries, 'Incorruptible', investiga por que empresas bem-sucedidas abandonam seus princípios.
Ries afirma que o risco está nas estruturas que permitem que organizações sejam capturadas por interesses de curto prazo, um processo que ele chama de 'corrupção'.
A solução proposta é a criação de empresas 'mission-locked', protegidas por governança e estruturas que mantêm sua missão ao longo do tempo.
O Ministro Flávio Dino do STF determina à PF a ampliação das investigações sobre a execução de emendas parlamentares após novos indícios de irregularidades.
Relatórios da CGU revelam direcionamento de licitações, superfaturamento e falta de transparência na execução dos recursos em 15 municípios auditados.
A decisão critica práticas anômalas relacionadas à destinação de verbas parlamentares e integra o acompanhamento do STF para melhorar o controle sobre essas emendas.
A Justiça do Rio de Janeiro suspendeu a intervenção na SAF do Vasco, permitindo o retorno imediato de Pedrinho ao poder no clube.
O desembargador César Felipe Cury considerou que não existem elementos suficientes para justificar o afastamento dos administradores e apontou falhas que podem ser corrigidas sem intervenção.
A decisão também suspendeu o afastamento dos membros do Conselho de Administração e definiu medidas para melhorar a governança da SAF vascaína.