Gianni Infantino completa 10 anos como presidente da Fifa, mas enfrenta críticas e retirada de apoio por algumas confederações.
A proposta de criar a Fifa Foward Enterprise foi abandonada após gerarem descontentamentos, embora algumas federações ainda apoiem a sua reeleição em 2027.
A Confederação Africana de Futebol (CAF) continua a apoiar Infantino, enquanto entidades europeias, como a Uefa, buscam uma alternativa para a presidência.
Federações de futebol da Inglaterra, Suécia, Sérvia e País de Gales retiram apoio à reeleição de Gianni Infantino como presidente da FIFA.
A decisão foi motivada por descontentamento com a gestão de Infantino, especialmente após a tentativa frustrada de vender uma participação de 21% nas operações da FIFA.
Infantino, que governa a FIFA desde 2016, enfrenta crescente pressão e desconfiança de várias federações após sua proposta de investimento privado ter sido abandonada.
A UEFA declarou que perdeu a confiança em Gianni Infantino como presidente da FIFA, após o anúncio de um plano para vender ações da entidade que foi considerado 'sórdido' e 'não transparente'.
A desistência de Infantino de criar uma empresa privada para gerenciar a Copa do Mundo ocorreu em meio a forte oposição, incluindo um boicote anunciado por federações da Inglaterra, Noruega e País de Gales.
A UEFA e outras confederações destacaram a necessidade de uma revisão robusta da liderança da FIFA para garantir que o esporte seja administrado de forma transparente e no interesse de seus membros.
A FIFA planeja criar uma empresa privada para explorar comercialmente os ativos de suas competições, o que gerou forte oposição da UEFA.
A UEFA ameaça boicotar torneios da FIFA, começando pela Copa do Mundo Feminina de 2027, alegando que o projeto coloca a essência do futebol em risco.
Atualmente, quatro seleções europeias estão classificadas para a Copa do Mundo Feminina de 2027, e mais 32 seleções disputarão a segunda fase das Eliminatórias Europeias em dezembro.
O Corinthians pagou uma multa de 225 mil dólares para a FIFA, eliminando um transfer ban relacionado a pendências financeiras.
A multa surgiu devido a débitos com o Philadelphia Union, Midtjylland e New York City, resultando agora na imposição de dois transfer bans pela FIFA e um pela CBF ao Timão.
Durante a vigência das sanções, o clube não poderá inscrever novos atletas, aumentando as restrições financeiras enfrentadas pela equipe.
Campanha online pede a exclusão da Argentina da Copa do Mundo de 2030 e já obteve mais de 23,3 milhões de assinaturas.
O movimento surgiu após a semifinal contra a Inglaterra, onde jogadores argentinos exibiram uma faixa sobre as Ilhas Malvinas, levando a alegações de favorecimento pela arbitragem.
A FIFA investigará o abaixo-assinado e possíveis infrações cometidas por atletas argentinos, que poderão resultar em punições.
Uma campanha chamada 'Argentina Out' arrecadou mais de 23 milhões de assinaturas pedindo a exclusão da Argentina das próximas Copas do Mundo, em meio a alegações de favorecimento de arbitragem.
A mobilização ganhou força durante a Copa de 2026, mas não tem poder para influenciar decisões da FIFA, que regula os esportes.
Uma nova petição, com mais de 88 mil assinaturas, pede a repetição da final entre Argentina e Espanha, citando decisões contestadas do árbitro.