O governo do Rio identificou funcionários fantasmas em todos os 77 órgãos públicos, ligados a políticos da Alerj e gestões anteriores.
Desde março, mais de 4.283 comissionados foram exonerados, resultando em uma economia de R$ 230 milhões até o fim do ano.
As investigações continuam com auditorias em curso e exonerações em massa, enquanto o governo implementa medidas para evitar fraudes nos registros de presença e atividades.
O governo do estado do Rio de Janeiro exonerou 1.477 funcionários comissionados desde 24 de março sob a nova gestão do governador interino Ricardo Couto.
As exonerações incluem secretarias e entidades da administração indireta, destacando cortes significativos na Secretaria de Governo e órgãos como Rioprevidência e Inea.
Novas exonerações são esperadas à medida que auditorias internas avançam, continuando a reestruturação da administração pública.
O governador em exercício, Ricardo Couto, implementou mudanças significativas no governo do Rio de Janeiro, com 191 exonerações em um único dia.
As secretarias de Fazenda, Planejamento e Meio Ambiente passaram por remodelações, com novos titulares assumindo os cargos estratégicos.
Entre os novos nomeados estão Rafael Ventura Abreu no Planejamento, Guilherme Macedo Reis Mercês na Fazenda e Rodrigo Tostes de Alencar Mascarenhas no Meio Ambiente.
Reunião entre os governadores interinos Ricardo Couto e Cláudio Castro no TJ-RJ evidencia tensões políticas no Rio de Janeiro.
O encontro teve como tema a reestruturação orçamentária, com Ricardo Couto promovendo exonerações e cortes.
Cláudio Castro expressou descontentamento com a narrativa sobre o estado financeiro herdado de sua administração, buscando preservar sua imagem política.
A Subsecretaria de Gastronomia do Rio foi extinta após nove meses de funcionamento, que visava conectar o setor gastronômico ao governo estadual.
A extinção, parte de uma reorganização administrativa, resultou na exoneração de cerca de 500 cargos, gerando uma economia anual de R$ 13 milhões.
Criada pelo ex-ministro Eduardo Pazuello, a subsecretaria não conseguiu cumprir plenamente seus objetivos e foi considerada um projeto com falhas operacionais.
O governo do Rio de Janeiro, sob a liderança do desembargador Ricardo Couto, exonerou 157 funcionários da Secretaria de Governo, sendo 153 não concursados e identificados como 'fantasmas'.
A medida tem como objetivo cortar gastos, economizando R$ 13 milhões anuais ao estado, e faz parte de uma reformulação mais ampla da máquina pública.
Além de exonerar os funcionários, o governo está revisando todos os 2.700 cargos da pasta para garantir que apenas os necessários sejam mantidos.