O ator e figurante José Aloisio processou Casimiro Miguel e CazéTV por um comentário considerado ofensivo durante uma transmissão ao vivo.
Ele afirma que a fala do influenciador reforçou estereótipos discriminatórios e o expôs ao ridículo, alegando que ultrapassou os limites da liberdade de expressão.
José Aloisio pede uma indenização de R$ 120 mil e retratação pública, com a ação correndo na 2ª Vara Cível da Regional da Pavuna, no Rio de Janeiro.
A Federação Egípcia de Futebol formalizou uma queixa à FIFA, acusando o árbitro François Letexier de discriminação e erros de arbitragem na partida contra a Argentina, que resultou em uma derrota por 3 a 2 nas oitavas de final da Copa do Mundo.
Os egípcios alegam que erros como a anulação de um gol legítimo e um pênalti não marcado influenciaram diretamente o resultado, pedindo investigação dos árbitros e sua possível exclusão do torneio.
O presidente da federação, Hany Aburida, enfatizou a necessidade de revisão das decisões de arbitragens, afirmando que o Egito foi tratado de forma desigual em comparação à equipe argentina.
Um cientista político iraniano processou a Fifa em US$ 1 bilhão após a eliminação do Irã na Copa do Mundo, alegando discriminação e decisão errada do VAR.
O autor da ação, Lotfolah Kaveh Afrasiabi, afirma que a anulação de um gol crucial afetou emocionalmente milhões de iranianos.
Afrasiabi também menciona outras dificuldades enfrentadas pela seleção durante o torneio, como a negativa de vistos e a transferência da base de treinos.
O Bar Partisan, localizado na Lapa, Rio de Janeiro, foi multado em R$ 9.520 pelo Procon Carioca por expor um cartaz que afirmava que cidadãos dos EUA e Israel não eram bem-vindos.
A Secretaria de Proteção e Defesa do Consumidor considerou a ação uma violação do Código de Defesa do Consumidor, que proíbe discriminação baseada em nacionalidade.
Denúncias sobre o caso foram feitas por vereadores, que buscam sanções mais severas e enfatizam a necessidade de combater a intolerância.