O caso da influenciadora Aline Mineiro e seu namorado, Nelson Mesquita Neto, resultou em registro de injúria e lesão corporal após uma briga em um condomínio em São Paulo.
A Polícia Civil está investigando a situação; os crimes dependem de manifestação da vítima para prosseguir legalmente.
Moradores do condomínio protestaram pedindo a expulsão do casal, expressando preocupação e insegurança após o episódio.
Eduardo Bolsonaro foi condenado a 4 anos e 2 meses de prisão por coação no curso do processo relacionado à tentativa de golpe de Estado.
A Primeira Turma do STF também decretou sua inelegibilidade por 8 anos e perda do mandato, embora já tenha sido cassado.
A decisão gerou debates sobre a linha entre liberdade de expressão e interferência na Justiça, com especialistas divergindo sobre a interpretação da atuação de Eduardo nos Estados Unidos.
A PEC que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos avançou na Câmara dos Deputados, reacendendo o debate político antes das eleições de 2026.
Vários países, como Argentina e Estados Unidos, possuem idades mínimas de responsabilização criminal variando entre 10 e 17 anos, com diferentes sistemas de justiça juvenil.
No Brasil, adolescentes de 12 a 17 anos podem ser responsabilizados por atos infracionais, mas não são encarcerados como adultos.
Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, defende a redução da maioridade penal para 16 anos em um vídeo publicado no X, gerando polêmica entre internautas.
A proposta, aprovada pela CCJ da Câmara, inicia a tramitação para mudar a maioridade penal de 18 para 16 anos, e Flávio argumenta que se há idade para cometer crimes, há idade para ser responsabilizado.
A postura de Flávio reacende debates sobre segurança pública, especialmente após caso de estupro coletivo envolvendo crianças e a defesa de penas mais severas para infratores.
Pai de Henry Borel critica decisão do júri que concedeu perdão judicial a Monique Medeiros, após o julgamento no Rio de Janeiro.
Leniel Borel expressou sua revolta, destacando que o júri não apresentou a omissão de Monique no caso.
A juíza considerou as consequências enfrentadas por Monique ao longo dos anos, resultando no perdão judicial, apesar da condenação de Jairo Souza Santos Júnior.
Jairinho pede adiamento do julgamento pela morte de Henry Borel após infarto de seu advogado principal, o Dr. Fabiano Lopes.
Ele argumenta que Lopes é essencial para a sua defesa, pois possui conhecimento sobre processos sigilosos relacionados ao caso.
Apesar do pedido, o promotor afirma que o Ministério Público está pronto para prosseguir com o julgamento, mesmo com a nova controvérsia na defesa do réu.