O Ministério Público de São Paulo denunciou Deolane Bezerra e Marcola, líder do PCC, por lavagem de dinheiro e organização criminosa na Operação Vérnix.
Deolane, que foi presa em maio, e outros envolvidos, incluindo familiares de Marcola, serão réus se a justiça aceitar a denúncia.
A defesa de Deolane alegou não ter acesso à acusação e contestou sua relação com as atividades criminosas, enquanto a defesa de Marcola defendeu a inocência de seus clientes.
A 5ª turma do STJ manteve por unanimidade a prisão preventiva da advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra, envolvida na Operação Vérnix, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC.
O relator, ministro Ribeiro Dantas, argumentou que não houve flagrante ilegalidade para revogar a custódia, ressaltando a necessidade de garantir a ordem pública devido à apuração de sua atuação em organização criminosa.
Apesar de manter a prisão, o STJ pediu celeridade ao TJ/SP na análise do habeas corpus que está em julgamento na Corte.
Aury Lopes Jr. ingressa na defesa da influenciadora e advogada Deolane Bezerra, um nome proeminente no processo penal brasileiro.
Aury é reconhecido por sua visão constitucional e garantista no processo penal, com extensa carreira acadêmica e publicações na área.
Deolane Bezerra foi presa na Operação Vérnix, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro vinculado ao PCC, e a defesa busca demonstrar a origem lícita dos valores atribuídos a ela.
O ministro do STF, Flávio Dino, negou o pedido de prisão domiciliar da influenciadora Deolane Bezerra, que está presa sob suspeita de lavagem de dinheiro vinculado ao PCC.
Dino argumentou que o STF não deve ser usado como recurso para contestar decisões de primeira instância, ressaltando que não houve manifesta ilegalidade na prisão.
A prisão de Deolane foi parte da operação Vérnix, que investiga o uso de uma transportadora como fachada para movimentar dinheiro da facção criminosa.
O ministro Flávio Dino do STF rejeitou o pedido de habeas corpus da influenciadora e advogada Deolane Bezerra, afirmando que não houve ilegalidade evidente que justificasse a intervenção da Corte.
A decisão destacou que, mesmo se o pedido fosse considerado, não foi identificada uma ilegalidade manifestamente clara que permitisse a liberdade de Deolane.
A prisão preventiva de Deolane, que ocorreu na Operação Vérnix, está relacionada a investigações sobre lavagem de dinheiro atribuída ao PCC, e a defesa continua contestando as acusações.
Deolane Bezerra foi presa em São Paulo durante uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público por suspeita de lavagem de dinheiro.
A operação revelou que sua coleção de carros de luxo, incluindo uma Mercedes-Benz AMG G63, foi confiscada, com um patrimônio total de 39 veículos avaliados em mais de R$ 8 milhões.
Investigações apontam depósitos suspeitos e uso de empresas para disfarçar a origem do dinheiro, levantando dúvidas sobre a renda declarada da influenciadora.
Deolane Bezerra, influenciadora digital e advogada, foi presa durante a Operação Vérnix e passou por audiência de custódia virtual, onde se defendeu das acusações de ligação com o PCC.
Em sua defesa, Deolane afirmou que o dinheiro mencionado na investigação era referente a honorários advocatícios, e solicitou a conversão de sua prisão em domiciliar, alegando ser mãe de uma criança de 9 anos.
A Justiça, no entanto, manteve sua prisão preventiva, considerando que as investigações e os fatos são suficientes para a continuidade do processo.