O Corinthians fechou a janela de transferências sem conseguir registrar novos jogadores, permanecendo com três transfer bans ativos por 114 dias.
A diretoria tinha esperanças de derrubar as punições e negociou com Arthur e Wesley, mas não obteve sucesso, resultando na assinatura de Wesley com o Cruzeiro.
O clube terá que liquidar R$ 21,5 milhões em dívidas antes da próxima janela, que ocorre no fim do ano, enquanto a única movimentação realizada foi a renovação de Memphis Depay.
50% dos eleitores desaprovam o governo Lula, enquanto 43% aprovam, revelando uma distância crescente entre os índices de aprovação e desaprovação.
A avaliação negativa do governo subiu de 37% para 38%, e a positiva diminuiu de 35% para 34%, com a situação econômica sendo um fator significativo na percepção dos eleitores.
A pesquisa também aponta que 54% dos entrevistados afirmam que a renda familiar não aumentou ou cresceu menos que o custo de vida, e a porcentagem de pessoas com muitas dívidas subiu de 22% para 28%.
Fernando Diniz busca que o grupo do Corinthians não use a ausência de Memphis Depay como desculpa para o desempenho da equipe.
O treinador também enfatiza a importância de regularizar as pendências financeiras dos jogadores que permanecem no clube.
Diniz adota uma postura de cobrança em relação à diretoria, enquanto tenta motivar o elenco a manter o foco nas atividades diárias e nos próximos desafios.
O Corinthians quitou uma das quatro transfer bans que pesavam sobre o clube, pagando uma multa de 225 mil dólares por obrigações financeiras não cumpridas.
Com esse pagamento, o clube paulista reduziu o número de transfer bans de quatro para três, mas ainda enfrenta dívidas significativas com outras instituições.
As pendências, que somam cerca de R$ 22 milhões, impactam a capacidade do Corinthians de registrar novos jogadores até que sejam resolvidas.