O Corinthians quitou uma das quatro transfer bans que pesavam sobre o clube, pagando uma multa de 225 mil dólares por obrigações financeiras não cumpridas.
Com esse pagamento, o clube paulista reduziu o número de transfer bans de quatro para três, mas ainda enfrenta dívidas significativas com outras instituições.
As pendências, que somam cerca de R$ 22 milhões, impactam a capacidade do Corinthians de registrar novos jogadores até que sejam resolvidas.
Corinthians, Santos e São Paulo enfrentam transfer bans devido a dívidas financeiras com negociações anteriores.
O Corinthians acumulou quatro punições, somando R$ 22 milhões em dívidas, enquanto o São Paulo foi punido por não pagar a Lazio pela compra de Marcos Antônio.
O Santos também tem transfer ban ativo e deve quitar valores devidos ao Monaco pela compra de Jean Lucas antes de poder registrar novos jogadores.
O Corinthians já pagou mais de R$ 170 milhões em 2026 para quitar dívidas, incluindo valores a clubes e acordos tributários.
O clube precisa arrecadar pelo menos R$ 150 milhões com vendas de jogadores para evitar agravamentos financeiros, com a janela de transferências se abrindo em breve.
O Corinthians enfrenta problemas de registro de atletas devido a transfer bans da FIFA, complicando ainda mais sua situação financeira.
Dayanne Rodrigues, ex-mulher do goleiro Bruno, foi encontrada após três dias desaparecida em Minas Gerais.
Ela deu entrada em um hospital de Belo Horizonte e a Polícia Civil investiga as circunstâncias do desaparecimento.
A família recebeu cartas e mensagens de pessoas cobrando dívidas atribuídas a Dayanne, levando a polícia a considerar um possível desaparecimento voluntário.
Rio de Janeiro adere ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), reduzindo mensalmente o pagamento de dívidas de R$ 436 milhões para R$ 119 milhões.
O programa vincula benefícios fiscais a investimentos em áreas sociais, como saúde e educação, com previsão de R$ 900 milhões em educação profissionalizante ainda este ano.
O presidente Lula destaca que o acordo é uma oportunidade de boa governança e deve ajudar a libertar crianças do crime organizado.