A disputa no STF para liberar o conteúdo do celular do banqueiro Daniel Vorcaro tem gerado intensos embates entre os ministros, sendo André Mendonça e Alexandre de Moraes os principais articuladores dessa disputa.
Edson Fachin, presidente do Supremo, determinou o fim do sigilo e solicitou informações da Polícia Federal sobre a custódia dos dados.
Gilmar Mendes e Cristiano Zanin também pressionam por acesso integral aos dados, citando a importância da transparência e igualdade entre os ministros para a análise do caso.
O Conselho Superior do MPF abriu um procedimento para investigar mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro que mencionam o procurador-geral Paulo Gonet em relação ao caso Banco Master.
O pedido para designar um subprocurador foi feito por deputados do Novo, que buscaram agilidade na distribuição do caso ao relator Francisco de Assis Sanseverino.
A investigação não implica automaticamente em suspeição de Gonet, mas levanta questões institucionais por envolver interlocuções com sua família.
Flávio Bolsonaro é fotografado com Luiz Philipi Mourão, conhecido como Sicário, um ex-funcionário de Daniel Vorcaro, que estava envolvido em atividades de intimidação.
A assessoria de Flávio declarou que ele não conhece Mourão e recebe muitos pedidos para fotos, sendo impossível identificar todos.
A imagem foi analisada por ferramentas de inteligência artificial, mas não foram encontrados indícios de manipulação.
Davi Alcolumbre, presidente do Senado, nega em plenário ter recebido US$ 30 milhões do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, chamando as alegações de falsas.
A negação veio após reportagem da Revista Veja, que afirmou que Vorcaro declarou ter transferido a quantia para uma conta no exterior ligada a Alcolumbre em troca de favores políticos.
O senador repudia as acusações, prometendo provar sua inocência e questiona quem se beneficia de tais calúnias contra ele.
Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, foi transferido para uma cela comum após a entrega inicial de sua delação à Polícia Federal.
A PF restringiu o acesso dos advogados a Vorcaro, limitando as visitas, o que indica um endurecimento nas regras de custódia.
Investigadores suspeitam de vazamentos de informações sensíveis relacionadas à delação, o que levou a uma nova fase na investigação focada na análise do material já entregue.